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    <title>diegogaia</title>
    <link>https://www.drdiegogaia.com.br</link>
    <description />
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    <item>
      <title>Entenda quando o FOP precisa de tratamento</title>
      <link>https://www.drdiegogaia.com.br/quando-fop-precisa-de-tratamento</link>
      <description>Entenda quando o FOP precisa de tratamento, quais exames orientam a decisão, opções terapêuticas, riscos e recuperação após o fechamento.</description>
      <content:encoded>&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/bd3061d4/dms3rep/multi/quando-fop-precisa-de-tratamento.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Descobrir uma pequena comunicação no coração costuma gerar uma pergunta imediata: isso precisa ser fechado? No caso do forame oval patente, a resposta nem sempre é sim.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Entender
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           quando o FOP precisa de tratamento
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            exige olhar além da presença da abertura. É preciso considerar o histórico da pessoa, os exames, as características do FOP e, principalmente, se existem indícios de que ele esteve relacionado a algum evento, como um acidente vascular cerebral (AVC), mesmo que temporário.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.drdiegogaia.com.br/forame-oval-patente-fop" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           forame oval patente
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            é uma comunicação entre os dois átrios do coração que faz parte da circulação fetal e normalmente se fecha após o nascimento. Em aproximadamente um quarto dos adultos, porém, essa passagem permanece aberta. Na maior parte dessas pessoas, ela não causa sintomas nem problemas ao longo da vida.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Por isso, encontrar um FOP em um exame não significa automaticamente ter uma doença que precisa de intervenção. O ponto central é descobrir
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           se aquela comunicação tem importância clínica naquele paciente
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Quando o FOP precisa de tratamento e quais exames devem ser feitos?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Imagine o FOP como uma pequena passagem entre duas câmaras do coração. Na maioria do tempo, ela pode permanecer sem causar qualquer consequência. O problema surge quando essa passagem permite que um coágulo da circulação venosa atravesse para o lado arterial e siga em direção ao cérebro ou a outro órgão. Esse mecanismo é conhecido como embolia paradoxal.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            É por isso que uma das principais situações em que se discute
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           quando tratar FOP
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            é após um AVC isquêmico sem outra causa claramente identificada, chamado de AVC criptogênico ou, após investigação adequada, AVC associado ao FOP.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mas existe um detalhe importante. Encontrar o FOP depois de um AVC não prova, sozinho, que ele tenha sido o responsável pelo evento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Antes de indicar o fechamento, é necessário investigar outras possíveis causas, incluindo alterações das artérias, arritmias como fibrilação atrial, doenças que favorecem a formação de coágulos e outros fatores cardiovasculares. As diretrizes atuais reforçam justamente essa investigação antes de atribuir o AVC ao FOP.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entre os exames que podem fazer parte dessa avaliação estão:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Ecocardiograma transtorácico com contraste
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , conhecido também como bubble test, que ajuda a identificar a passagem de microbolhas entre os átrios;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Ecocardiograma transesofágico
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , que permite analisar com mais detalhes a anatomia do septo entre os átrios e as características do FOP;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Ecocardiograma tridimensional
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , utilizado em situações nas quais é importante compreender melhor a anatomia;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Doppler transcraniano com teste de microbolhas ou contraste
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , capaz de detectar a passagem de microbolhas para a circulação cerebral;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Eletrocardiograma e monitorização cardíaca
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , quando é necessário investigar arritmias, principalmente após um AVC sem causa definida;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Exames neurológicos e vasculares
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , utilizados para pesquisar outras possíveis origens do evento cerebral.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O próprio contexto também importa. Tamanho do shunt, presença de aneurisma do septo atrial, histórico de trombose venosa e características do AVC podem ajudar a estimar a probabilidade de relação entre o evento e o FOP.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Segundo a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC11569559/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           European Stroke Organisation (ESO)
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , as evidências mais robustas sobre o fechamento do FOP após AVC associado à condição vêm principalmente de estudos com pacientes entre 18 e 60 anos. Em pessoas acima de 60 anos, a decisão tende a exigir ainda mais individualização, porque as evidências disponíveis são menos robustas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em outras palavras, a pergunta não deve ser apenas “há um FOP?”. A pergunta mais útil é “há evidências de que este FOP representa um risco relevante para esta pessoa?”.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Quais os tratamentos do FOP?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           tratamento para FOP
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            depende da situação clínica. Em alguns pacientes, não é necessário realizar qualquer procedimento. Em outros, podem ser utilizados medicamentos ou indicado o fechamento da comunicação.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Acompanhamento clínico
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quando o FOP é descoberto por acaso, sem histórico de embolia ou outro evento relacionado, muitas pessoas não precisam de intervenção. O acompanhamento é definido conforme o contexto clínico e os demais fatores de risco cardiovascular.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Tratamento com medicamentos
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Medicamentos antiplaquetários, como os que reduzem a agregação das plaquetas, podem ser utilizados em determinados pacientes, especialmente no contexto de prevenção de novos eventos neurológicos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Anticoagulantes também podem ser necessários em situações específicas, principalmente quando existe outra indicação para o seu uso, como determinados quadros de trombose ou condições que aumentam o risco de formação de coágulos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A escolha entre medicamentos e fechamento não é automática. Ela depende do mecanismo provável do AVC, da presença de outras doenças e do risco individual de novos eventos. Segundo as diretrizes da
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC11569559/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           ESO
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , em pacientes com AVC associado ao FOP, sugere-se não utilizar anticoagulação de longo prazo quando não existe outra indicação médica para esse tratamento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Fechamento percutâneo do FOP
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quando existe indicação para fechar o FOP, o tratamento geralmente pode ser realizado por cateter, sem abertura do tórax.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Pense no cateter como um caminho até o coração. Ele é introduzido, geralmente, por uma veia na região da virilha e conduzido até o septo que separa os dois átrios.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por esse cateter, o médico leva um pequeno dispositivo de oclusão. Quando chega ao local correto, o dispositivo é aberto de maneira que suas duas partes fiquem posicionadas uma de cada lado da comunicação.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Com o passar do tempo, o próprio tecido do coração recobre esse dispositivo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O procedimento é acompanhado por exames de imagem que ajudam a confirmar o posicionamento e o resultado do fechamento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O blog do Dr. Diego Gaia também aborda resultados de estudos sobre o
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.drdiegogaia.com.br/fechamento-do-fop" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           fechamento do FOP por cateter
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , reforçando que a indicação precisa ser feita após avaliação cuidadosa de cada caso.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Há riscos no fechamento do FOP?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sim. Embora o fechamento percutâneo seja considerado um procedimento minimamente invasivo, nenhum procedimento cardiovascular é completamente isento de riscos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esse é um ponto importante porque “minimamente invasivo” descreve a forma de acesso ao coração. Não significa ausência de complicações.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entre os eventos que podem ocorrer estão sangramento ou hematoma no local onde o cateter foi introduzido, alterações do ritmo cardíaco, formação de coágulos sobre o dispositivo, passagem residual de sangue pelo septo e complicações relacionadas ao próprio dispositivo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Segundo a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC11569559/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           ESO
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , a fibrilação atrial é um dos eventos adversos observados após o fechamento do FOP e ocorre com maior frequência principalmente nos primeiros 45 dias após o procedimento. Parte desses episódios pode ser transitória.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Complicações importantes são incomuns em pacientes adequadamente selecionados, mas o benefício esperado precisa sempre ser comparado ao risco individual.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É justamente por isso que a indicação começa antes da sala de procedimento. Ela começa na investigação.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Qual a importância de tratar o FOP?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quando o FOP é apenas um achado incidental, fechá-lo pode não trazer benefício.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quando existe uma relação provável entre o FOP e um AVC, porém, o cenário muda.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nesse grupo selecionado, o fechamento percutâneo associado ao tratamento antiplaquetário pode reduzir o risco de recorrência de AVC quando comparado ao tratamento clínico isolado. As recomendações europeias de 2024 consideram o fechamento indicado para pacientes selecionados entre 18 e 60 anos quando nenhuma outra causa evidente para o AVC é encontrada e o FOP é considerado provável responsável pelo evento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Aqui está uma distinção importante.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O objetivo do
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           tratamento do forame oval patente
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            não é simplesmente fechar uma abertura que aparece no exame. O objetivo é reduzir um risco que foi identificado depois de uma investigação cuidadosa.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Isso explica por que dois pacientes com FOP aparentemente semelhantes podem receber orientações completamente diferentes.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Um pode precisar apenas de acompanhamento. Outro pode se beneficiar do fechamento por cateter.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Como é a recuperação após o fechamento do FOP?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como o procedimento é realizado por uma punção venosa, a recuperação costuma ser mais simples do que a de uma cirurgia cardíaca aberta.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Depois do fechamento, o paciente permanece em observação para acompanhamento do ritmo cardíaco, pressão arterial, oxigenação e do local onde o cateter foi introduzido.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A alta hospitalar pode ocorrer em curto período, chegando em média de 24-48 horas. Esse tempo, porém, não deve ser entendido como uma regra, porque depende das condições clínicas e da evolução de cada paciente.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Após a alta, normalmente são programados retornos e exames de controle. O ecocardiograma ajuda a avaliar a posição do dispositivo e verificar se o fechamento está adequado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Também pode ser necessário utilizar medicamentos antiplaquetários por um período definido pela equipe médica.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A retomada das atividades é progressiva. Atividades físicas intensas e esforços maiores devem seguir a orientação individual fornecida após o procedimento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É uma recuperação que costuma ser relativamente rápida, mas isso não elimina a importância do acompanhamento. O dispositivo precisa se integrar ao coração e o paciente continua sendo avaliado dentro do contexto que levou à indicação do fechamento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Avaliação do FOP com o Prof. Dr. Diego Gaia
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Saber
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           quando o FOP precisa de tratamento
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            é, acima de tudo, uma questão de compreender o risco de cada paciente.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O Prof. Dr. Diego Gaia é
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.drdiegogaia.com.br/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           cirurgião cardiovascular
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , professor e chefe do Setor de Doenças Estruturais do Coração da Disciplina de Cirurgia Cardiovascular da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sua atuação inclui procedimentos cardiovasculares minimamente invasivos e tratamentos transcateter, entre eles o fechamento percutâneo do FOP. A avaliação considera os exames, o histórico clínico e as características anatômicas para definir se existe indicação de intervenção e qual estratégia é mais adequada.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Se você recebeu o diagnóstico de FOP, teve um AVC sem causa definida ou deseja uma avaliação especializada,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://api.whatsapp.com/send/?phone=5511999915200&amp;amp;text=Ol%C3%A1%21+Visitei+o+site+do+Dr.+Diego+Gaia+e+gostaria+de+agendar+uma+consulta.+Pode+me+ajudar%3F&amp;amp;type=phone_number&amp;amp;app_absent=0" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           agende uma consulta pelo WhatsApp
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           FAQ sobre quando o FOP precisa de tratamento
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Algumas dúvidas aparecem depois que o paciente entende
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           quando o FOP precisa de tratamento
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . Veja respostas para questões complementares sobre o diagnóstico e o acompanhamento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           1. FOP e comunicação interatrial são a mesma coisa?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Não. Embora as duas condições envolvam uma comunicação entre os átrios, elas têm características anatômicas diferentes.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O FOP é uma passagem fetal que permaneceu patente após o nascimento. Já a comunicação interatrial (CIA) é um defeito na formação do septo que separa os átrios.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Essa diferença pode modificar tanto as repercussões sobre o coração quanto a forma de tratamento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           2. O FOP pode ser descoberto por acaso?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sim. Como a maioria das pessoas com FOP não apresenta sintomas, a descoberta pode acontecer durante um ecocardiograma realizado por outro motivo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nesses casos, o simples achado não significa necessariamente que exista indicação de tratamento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           3. Enxaqueca com aura é motivo para fechar o FOP?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Existe uma associação observada entre FOP e enxaqueca com aura, mas a presença de enxaqueca, isoladamente, não é considerada indicação rotineira para fechamento do FOP.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A decisão precisa considerar todo o contexto clínico e outras possíveis razões para intervenção. As recomendações atuais não indicam fechamento rotineiro apenas para tratamento de enxaqueca em pacientes sem AVC associado ao FOP.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           4. O FOP pode causar embolia em outros órgãos além do cérebro?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Pode, embora seja menos comum. Se um coágulo atravessa o FOP da circulação venosa para a arterial, ele pode seguir para diferentes partes do organismo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esse mecanismo é chamado de embolia paradoxal e deve ser investigado quando há um evento embólico sem outra causa evidente.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           5. Depois do fechamento do FOP ainda é necessário acompanhamento cardiológico?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sim. O acompanhamento permite verificar a adaptação do dispositivo, avaliar o fechamento da comunicação e ajustar os medicamentos utilizados após o procedimento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A frequência dos retornos e os exames necessários variam de acordo com o histórico do paciente, o procedimento realizado e a evolução clínica.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/bd3061d4/dms3rep/multi/quando-fop-precisa-de-tratamento.jpg" length="155075" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 16 Oct 2026 10:43:26 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>FOP e AVC: qual é a relação entre eles?</title>
      <link>https://www.drdiegogaia.com.br/fop-e-avc</link>
      <description>Entenda a relação entre FOP e AVC, como investigar a causa do evento e quando o fechamento do forame oval patente pode ser indicado.</description>
      <content:encoded>&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/bd3061d4/dms3rep/multi/fop-e-avc.png"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Imagine uma pequena passagem entre os dois lados do coração. Na maior parte das pessoas que têm essa comunicação, ela permanece ali sem provocar sintomas ou interferir na rotina. Em algumas situações, porém, essa passagem pode permitir que um coágulo chegue à circulação arterial e siga até o cérebro.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            É justamente nesse cenário que
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           FOP e AVC
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            podem estar relacionados.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O forame oval é uma abertura necessária durante a vida fetal. Depois do nascimento, ela normalmente se fecha. Quando isso não acontece, permanece o chamado
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           forame oval patente
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , ou FOP. Embora algumas pessoas se refiram à condição como um “furinho no coração”, ela não deve ser confundida com outros defeitos do septo cardíaco.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O ponto mais importante é que encontrar um FOP não significa descobrir automaticamente a causa de um AVC. Essa relação precisa ser investigada com cuidado antes de qualquer decisão sobre tratamento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Como o FOP pode estar relacionado ao AVC?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Para entender a relação entre
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           forame oval patente e AVC
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , vale imaginar a circulação como dois caminhos que normalmente permanecem separados.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O sangue que retorna pelas veias chega ao lado direito do coração e segue para os pulmões. Se houver um pequeno coágulo nessa circulação, os pulmões normalmente funcionam como uma espécie de filtro antes que o sangue retorne ao lado esquerdo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quando existe um FOP, entretanto, determinadas mudanças de pressão podem permitir a passagem de sangue do átrio direito para o esquerdo. Se um coágulo atravessa junto, ele entra diretamente na circulação arterial e pode seguir até o cérebro.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Esse mecanismo recebe o nome de
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           embolia paradoxal
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É por isso que a dúvida “
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           FOP pode causar AVC?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ” não tem uma resposta simplesmente positiva ou negativa. O FOP pode participar do mecanismo de um AVC em determinados pacientes, mas também pode ser apenas um achado incidental, sem relação com o evento cerebral.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Segundo a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://academic.oup.com/esj/article/9/4/800/8269146" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           European Stroke Organisation (ESO)
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , a embolia paradoxal causada pela passagem de um trombo venoso pelo FOP é um dos mecanismos considerados na relação entre a condição e o AVC isquêmico.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Essa diferença é fundamental porque muda toda a lógica do tratamento. Não se trata simplesmente de encontrar uma abertura e fechá-la. Primeiro, é preciso descobrir se existem evidências de que ela realmente participou do evento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Como saber se o FOP foi a causa do AVC?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quando alguém sofre um AVC e depois descobre um FOP, é natural ligar imediatamente os dois acontecimentos. Mas o raciocínio médico precisa ir um pouco além.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O AVC pode ter diversas origens, incluindo alterações nas artérias, fibrilação atrial, doença dos pequenos vasos, formação de coágulos por outras causas e diferentes doenças cardiovasculares.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Por isso, antes de relacionar
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           FOP e AVC
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , é necessário investigar mecanismos alternativos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Segundo a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.neurology.org/doi/10.1212/WNL.0000000000009443" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           American Academy of Neurology (AAN)
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , antes de considerar o fechamento do FOP deve ser realizada uma investigação adequada para descartar outros mecanismos de AVC. Quando outra causa de maior risco é identificada, o fechamento não deve ser recomendado rotineiramente.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A investigação do FOP pode envolver exames como:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Ecocardiograma transtorácico com contraste
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , também conhecido como teste de microbolhas;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Ecocardiograma transesofágico 3D com contraste
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , que permite observar com mais detalhes a anatomia do septo entre os átrios;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Doppler transcraniano com contraste
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , capaz de identificar a passagem de microbolhas para a circulação cerebral;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Ressonância magnética ou tomografia do cérebro
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , importantes para caracterizar o evento neurológico;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Eletrocardiograma e monitorização do ritmo cardíaco
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , quando é necessário investigar possíveis arritmias;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Avaliação vascular e neurológica
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , conforme as características de cada caso.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além de confirmar a presença do FOP, a equipe analisa aspectos como a quantidade de sangue que atravessa a comunicação, características anatômicas do septo, padrão do AVC nos exames de imagem e fatores de risco do paciente.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Em outras palavras, a pergunta não é apenas “existe um FOP?”. É preciso entender
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           qual é a probabilidade de esse FOP ter participado do AVC
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Qual o melhor tratamento para FOP e AVC?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A conduta para pacientes com FOP e AVC precisa ser definida de forma individualizada. Mais do que confirmar a presença do forame oval patente, é necessário entender se ele realmente teve participação no evento neurológico e quais outros fatores de risco estão presentes.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Essa decisão considera o conjunto dos exames, as características do FOP, o perfil clínico do paciente, possíveis causas alternativas para o AVC e o risco de novos eventos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Tratamento medicamentoso
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em algumas situações, o cuidado pode incluir medicamentos que ajudam a reduzir a formação de coágulos. Entre as opções estão os antiplaquetários e, quando houver indicação específica, os anticoagulantes.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A escolha do medicamento depende da causa provável do AVC, das condições associadas e da avaliação individual de riscos e benefícios.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A escolha depende da causa provável do AVC e da existência de outras condições que indiquem determinado medicamento. Por isso, não é adequado escolher um anticoagulante ou antiagregante apenas porque um FOP apareceu no ecocardiograma.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Segundo a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://academic.oup.com/esj/article/9/4/800/8269146" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           ESO
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , em pacientes com AVC associado ao FOP, sugere-se não utilizar anticoagulação de longo prazo quando não existe outra indicação médica para esse tratamento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Fechamento percutâneo do FOP
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quando há indicação de fechamento, na maioria dos casos não é necessário abrir o tórax.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            No
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.drdiegogaia.com.br/forame-oval-patente-fop" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           tratamento do forame oval patente
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            por via percutânea, um cateter é introduzido por uma veia, geralmente na região da virilha, e conduzido até o coração.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por dentro desse cateter segue um dispositivo próprio para o fechamento. Ao chegar ao septo entre os átrios, ele é posicionado de forma que fique apoiado dos dois lados da comunicação. Com o tempo, o próprio tecido cardíaco cresce sobre o dispositivo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É uma maneira de chegar ao interior do coração utilizando os vasos sanguíneos como caminho, sem uma cirurgia cardíaca aberta.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            De acordo com a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://academic.oup.com/esj/article/9/4/800/8269146" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           ESO
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , o fechamento do FOP associado à terapia antiplaquetária é recomendado para pacientes selecionados entre 18 e 60 anos quando nenhuma outra causa evidente para o AVC é identificada e o FOP é considerado relacionado ao evento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Resultados de pesquisas que ajudaram a construir essa indicação também são apresentados no conteúdo sobre o
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.drdiegogaia.com.br/fechamento-do-fop" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           RESPECT Trial e o fechamento do FOP
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Quais os riscos do tratamento de FOP e AVC?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O fechamento por cateter é uma técnica minimamente invasiva, mas isso não significa que seja um procedimento sem riscos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Podem ocorrer complicações no local de entrada do cateter, como sangramento e hematoma, além de alterações do ritmo cardíaco, formação de trombos associados ao dispositivo, passagem residual pelo FOP e outras complicações menos frequentes.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A fibrilação atrial merece atenção nesse contexto.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Segundo a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://academic.oup.com/esj/article/9/4/800/8269146" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           ESO
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , a fibrilação atrial é um dos eventos adversos observados após o fechamento do FOP, com aumento particularmente concentrado no período inicial após o procedimento. Parte desses episódios pode ser transitória.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O risco também não deve ser analisado isoladamente. Antes de recomendar uma intervenção, a equipe compara os possíveis riscos do procedimento com o benefício esperado de reduzir a possibilidade de um novo evento cerebral.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É exatamente por isso que selecionar corretamente o paciente faz tanta diferença.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Qual a importância de tratar o FOP em casos de AVC?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quando o FOP é apenas um achado em um exame realizado por outro motivo, pode não haver necessidade de fechá-lo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O cenário é diferente quando, depois de uma investigação completa, o FOP é considerado relacionado a um AVC.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Nesses pacientes selecionados, tratar a comunicação tem como principal objetivo
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           reduzir o risco de recorrência de eventos embólicos
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , e não simplesmente corrigir uma alteração anatômica.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Essa distinção ajuda a entender por que duas pessoas aparentemente semelhantes podem receber condutas diferentes. Uma pode ter um FOP que acompanhou toda a vida sem repercussão. Outra pode apresentar características clínicas e anatômicas que tornam essa comunicação relevante para a prevenção de um novo AVC.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A decisão pode envolver neurologistas, cardiologistas e especialistas em doenças estruturais do coração. Essa análise conjunta permite reunir as informações do cérebro, do coração e dos vasos antes de definir a estratégia.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Como é a recuperação após o fechamento do FOP?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como o acesso é realizado por uma veia, a recuperação tende a ser mais rápida do que em uma cirurgia cardíaca que exige abertura do tórax.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Após o procedimento, o paciente permanece em observação para avaliação do ritmo cardíaco, da pressão, do local da punção e do resultado do fechamento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em muitos casos, a internação pode durar de um a dois dias e o retorno às atividades habituais ocorrer progressivamente nos dias seguintes. Esses períodos são estimativas e podem mudar conforme as condições clínicas, o procedimento realizado e a evolução de cada pessoa.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Também pode ser indicado o uso temporário de medicamentos antiplaquetários, conforme a avaliação da equipe.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O acompanhamento não termina na alta. Ecocardiogramas e consultas posteriores permitem verificar a posição do dispositivo, avaliar se permanece alguma passagem residual e acompanhar a adaptação do coração.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Avaliação de FOP e AVC com o Prof. Dr. Diego Gaia
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Investigar
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           FOP e AVC
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            exige olhar para muito mais do que a presença de uma pequena comunicação entre os átrios. É necessário reconstruir o que aconteceu, excluir outras possíveis causas e avaliar se o fechamento pode realmente trazer benefício para aquele paciente.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O Prof. Dr. Diego Gaia é
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.drdiegogaia.com.br/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           cirurgião cardiovascular em São Paulo
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , professor e chefe do Setor de Doenças Estruturais do Coração da Disciplina de Cirurgia Cardiovascular da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Sua atuação inclui procedimentos cardiovasculares minimamente invasivos e tratamentos percutâneos para doenças estruturais do coração.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Pacientes que descobriram um FOP após um AVC ou que precisam avaliar a indicação de fechamento podem realizar uma consulta para análise do histórico e dos exames e definição da conduta mais adequada.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Para uma avaliação,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://api.whatsapp.com/send/?phone=5511999915200&amp;amp;text=Ol%C3%A1%21+Visitei+o+site+do+Dr.+Diego+Gaia+e+gostaria+de+agendar+uma+consulta.+Pode+me+ajudar%3F&amp;amp;type=phone_number&amp;amp;app_absent=0" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           agende uma consulta pelo WhatsApp
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           FAQ sobre FOP e AVC
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Mesmo depois de compreender a relação entre
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           FOP e AVC
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , outras dúvidas podem surgir sobre o forame oval patente e suas possíveis repercussões. Veja algumas delas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           1. Todo mundo que tem FOP apresenta maior risco de AVC?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Não necessariamente. Muitas pessoas têm forame oval patente durante toda a vida sem apresentar qualquer complicação. O risco depende do contexto clínico, das características anatômicas e da presença de outros fatores que possam favorecer eventos embólicos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           2. FOP e comunicação interatrial são a mesma condição?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Não. O FOP ocorre quando uma passagem existente durante a vida fetal não se fecha completamente após o nascimento. A comunicação interatrial é um defeito estrutural do septo que separa os átrios. Embora ambas envolvam uma comunicação entre essas câmaras, a anatomia, as repercussões e as indicações de tratamento podem ser diferentes.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           3. O FOP pode ser descoberto mesmo sem sintomas?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sim. O forame oval patente frequentemente não provoca sintomas e pode ser descoberto por acaso durante um ecocardiograma ou durante a investigação de outra condição.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           4. O tamanho do FOP influencia a avaliação?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Pode influenciar, mas não é o único aspecto considerado. A quantidade de sangue que atravessa a comunicação, outras características do septo e o histórico clínico também fazem parte da avaliação do possível papel do FOP.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           5. É possível ter um FOP e o AVC ter sido causado por outro problema?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Sim. Esse é um dos pontos mais importantes na investigação de
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           FOP e AVC
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . Como o forame oval patente é relativamente frequente na população, ele pode ser encontrado em alguém cujo AVC tenha outra origem. Por isso, outras causas precisam ser pesquisadas antes de atribuir o evento ao FOP.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Wed, 07 Oct 2026 10:19:55 GMT</pubDate>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Reparo da válvula mitral por cateter: como funciona e quando é indicado</title>
      <link>https://www.drdiegogaia.com.br/reparo-da-valvula-mitral-por-cateter</link>
      <description>Entenda o reparo da válvula mitral por cateter (MitraClip): como funciona esse procedimento minimamente invasivo, quando é indicado e seus benefícios.</description>
      <content:encoded>&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/bd3061d4/dms3rep/multi/reparo-da-valvula-mitral-por-cateter.jpg" alt="Um procedimento de reparo da válvula mitral por cateter"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O diagnóstico de insuficiência mitral traz muitas incertezas para o paciente e sua família. Nesses casos, o reparo da válvula mitral por cateter surge como uma alternativa inovadora para corrigir o vazamento da válvula sem a necessidade de uma cirurgia de peito aberto. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Também conhecida como reparo transcateter borda a borda (TEER), essa técnica minimamente invasiva utiliza um pequeno clipe para unir os folhetos da válvula, restaurando o fluxo sanguíneo correto. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Por oferecer uma recuperação mais rápida e menor impacto ao organismo, o método tem se consolidado como uma solução transformadora no tratamento da insuficiência mitral, especialmente para pessoas com maior risco operatório. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           O que é e como funciona o reparo mitral por cateter?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A válvula mitral atua como uma porta entre o átrio esquerdo e o ventrículo esquerdo. Quando ela apresenta um defeito de fechamento, o sangue retorna no sentido oposto, provocando sobrecarga no coração e acúmulo de líquido nos pulmões.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Esse tipo de
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.drdiegogaia.com.br/blog/implante-valvula-aortica-por-cateter" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           procedimento na válvula mitral
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            feito por via endovascular tem como objetivo corrigir essa falha de forma funcional. Durante a intervenção, o cirurgião cardiovascular introduz um cateter flexível através de uma veia na virilha (veia femoral) e o guia até o coração com o auxílio de imagens de ecocardiograma 3D e radiografia em tempo real.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Na extremidade desse cateter encontra-se o clip mitral (sendo o MitraClip o dispositivo mais utilizado no mundo). O médico posiciona o clipe exatamente no ponto onde ocorre o maior vazamento, aproximando as bordas dos folhetos da válvula. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Com isso, o refluxo de sangue é reduzido drasticamente ou totalmente eliminado, sem que seja necessário parar o coração ou utilizar uma máquina de circulação extracorpórea.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Quem é candidato ao procedimento com MitraClip?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A indicação para a realização do reparo mitral por cateter depende de uma avaliação minuciosa da anatomia do coração e do estado geral de saúde do indivíduo. Quando os médicos avaliam a necessidade de uma
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.drdiegogaia.com.br/insuficiencia-mitral" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           cirurgia para insuficiência mitral
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , essa alternativa transcateter costuma ser indicada para:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Pacientes de alto risco cirúrgico:
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             idosos ou pessoas com outras condições de saúde (como doença renal, diabetes avançado ou problemas pulmonares) que tornam a cirurgia convencional muito arriscada.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Insuficiência mitral grave primária (degenerativa):
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             quando a própria estrutura da válvula está deformada ou rompida e o paciente não pode operar de forma aberta.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Insuficiência mitral grave secundária (funcional):
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             quando o coração dilatou devido a um infarto prévio ou insuficiência cardíaca, impedindo o fechamento correto da válvula, mesmo com o uso de medicamentos adequados.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A escolha final é tomada pelo
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Heart Team
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            (equipe multidisciplinar de cardiologia), garantindo que o tratamento traga o máximo de segurança para cada quadro clínico.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Benefícios em relação à cirurgia convencional
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A cirurgia tradicional exige a abertura completa do tórax (esternotomia) e um período de reabilitação prolongado. O reparo da válvula mitral por cateter oferece vantagens significativas em termos de conforto e segurança:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Invasividade mínima:
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             acesso realizado por uma pequena punção na virilha, sem cortes no peito.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Menor trauma e dor:
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             a ausência de corte ósseo reduz drasticamente o desconforto no pós-operatório.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Baixo risco de complicações graves:
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             menos necessidade de transfusão de sangue e menor taxa de infecções hospitalares.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Preservação da anatomia:
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             o procedimento reduz o refluxo valvar mantendo a estrutura original do coração.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Possíveis riscos e taxa de segurança
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Estudos científicos publicados nos principais periódicos de cardiologia do mundo confirmam a elevada segurança do dispositivo. Um deles é o Estudo COAPT, publicado no
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa1806640" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           The New England Journal of Medicine
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            (
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Transcatheter Mitral-Valve Repair in Patients with Heart Failure
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ). 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A pesquisa demonstrou uma
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           taxa de 96,6%
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           de segurança livre de complicações
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            relacionadas ao dispositivo em 12 meses, além de uma redução significativa na mortalidade dos pacientes tratados. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No entanto, por se tratar de um procedimento cardíaco, existem riscos potenciais que devem ser discutidos de forma transparente com a equipe médica:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Sangramento ou hematoma no local da punção na virilha.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Lesão nos vasos sanguíneos durante a passagem do cateter.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Mau posicionamento ou desprendimento parcial do clipe (evento raro).
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Necessidade de migração para o tratamento cirúrgico convencional em casos pontuais.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Tempo de recuperação e resultados esperados
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A rápida recuperação é um dos grandes destaques do método. Enquanto a cirurgia aberta demanda cerca de 7 dias de internação, o paciente submetido ao tratamento transcateter costuma receber alta hospitalar em
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           2 a 3 dias
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A retomada das atividades leves do dia a dia acontece em cerca de uma semana. Os resultados clínicos são percebidos rapidamente:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Redução expressiva da falta de ar (dispneia) e do cansaço crônico.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Diminuição significativa das internações por descompensação cardíaca.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Reversão parcial da dilatação do coração a longo prazo.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Ganho expressivo de autonomia e melhora na qualidade de vida.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           A importância da avaliação especializada
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A tecnologia médica avançou para oferecer tratamentos cada vez mais seguros e eficazes. Contudo, o sucesso do procedimento depende de um diagnóstico preciso, de exames de imagem detalhados e da experiência da equipe responsável pela intervenção.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Se você ou um familiar recebeu o diagnóstico de insuficiência cardíaca valvar, agende uma
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.drdiegogaia.com.br/contato" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           consulta de avaliação
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            para entender se o reparo da válvula mitral por cateter é a opção ideal para o seu caso.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Entendeu como funciona o reparo da válvula mitral por cateter? Entre em contato com o
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.drdiegogaia.com.br/prof-dr-diego-gaia" target="_blank"&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Dr. Diego Gaia
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.drdiegogaia.com.br/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           cirurgião cardiovascular
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            especialista em procedimentos minimamente invasivos e transcateter, e receba um direcionamento focado na sua saúde e no seu bem-estar.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           FAQ - perguntas frequentes sobre reparo da válvula mitral por cateter
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           1. O que é o reparo da válvula mitral por cateter e como ele funciona?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É um procedimento minimamente invasivo que corrige o vazamento da válvula mitral sem abrir o peito. Por meio de um cateter introduzido pela virilha, o médico posiciona um pequeno clipe (como o MitraClip) na válvula para fechar a abertura excessiva e normalizar o fluxo de sangue.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           2. Para quem é indicado o tratamento da insuficiência mitral com MitraClip?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O procedimento é indicado para pacientes com insuficiência mitral grave (primária ou secundária) que apresentam alto risco para a cirurgia tradicional de peito aberto, como idosos, pessoas com insuficiência cardíaca ou portadores de outras doenças graves.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           3. Quais são as vantagens do reparo por cateter em relação à cirurgia convencional?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por não exigir cortes no osso do tórax nem o uso de circulação extracorpórea, o procedimento oferece menor risco de complicações e sangramentos, menos dor no pós-operatório e uma recuperação muito mais rápida, com alta hospitalar em cerca de 2 a 3 dias.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           4. O procedimento com o clipe mitral é seguro?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Sim. Estudos clínicos renomados, como o estudo COAPT publicado no
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           The New England Journal of Medicine
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , que demonstrou uma taxa de 96,6% de segurança livre de complicações do dispositivo em 12 meses, além de uma expressiva redução da mortalidade e das internações. Já o MATTERHORN, publicado no New England Journal of Medicine, em 2024, demonstra que o mitraclip não foi inferior à cirurgia convencional e com perfil de segurança melhor.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           5. Em quanto tempo o paciente recupera a sua rotina após o procedimento?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A recuperação é célere. O paciente costuma permanecer internado por 2 a 3 dias e retoma as suas atividades diárias leves dentro de 5 a 7 dias, apresentando melhora rápida dos sintomas de falta de ar e cansaço.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/bd3061d4/dms3rep/multi/reparo-da-valvula-mitral-por-cateter.jpg" length="212247" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 17 Sep 2026 09:52:36 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Cirurgia da válvula pela virilha: entenda como funciona</title>
      <link>https://www.drdiegogaia.com.br/cirurgia-valvula-pela-virilha</link>
      <description>Entenda como funciona a cirurgia da válvula pela virilha (TAVI), quais são as indicações e os benefícios do procedimento por cateter.</description>
      <content:encoded>&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/bd3061d4/dms3rep/multi/cirurgia-da-valvula-pela-virilha-cf9ec198.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           cirurgia da válvula pela virilha
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            é uma alternativa moderna para tratar alguns problemas das válvulas do coração sem a necessidade de abrir o tórax. O procedimento, conhecido principalmente como TAVI (Implante Transcateter da Válvula Aórtica), utiliza um cateter para levar uma nova válvula até o coração, sendo indicado em casos específicos de doença da válvula aórtica, especialmente a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           estenose aórtica.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Essa técnica representa um avanço importante na cardiologia e na cirurgia cardiovascular, pois permite tratar pacientes que podem apresentar maior risco em uma cirurgia cardíaca convencional. A escolha pelo procedimento depende de uma avaliação detalhada da condição de saúde, dos exames realizados e das características de cada paciente.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O que é a cirurgia da válvula pela virilha?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A cirurgia da válvula pela virilha é um procedimento minimamente invasivo realizado por meio de um acesso pela artéria femoral, localizada na região da virilha. Diferentemente da cirurgia tradicional de troca da válvula aórtica, que exige uma abertura no tórax, essa abordagem utiliza um pequeno orifício para introduzir um cateter que transporta uma prótese valvar.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O principal procedimento realizado dessa forma é o
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           TAVI
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , sigla em inglês para
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Transcatheter Aortic Valve Implantation (Implante Transcateter da Válvula Aórtica)
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . Ele foi desenvolvido inicialmente para pacientes com estenose aórtica grave que tinham alto risco para uma cirurgia convencional, mas atualmente também pode ser avaliado em outros perfis de pacientes conforme indicação médica.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A técnica permite substituir uma válvula aórtica que apresenta funcionamento inadequado por uma prótese capaz de recuperar o fluxo adequado de sangue do coração para o organismo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como funciona o TAVI?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O TAVI pode ser realizado por diferentes vias de acesso, definidas conforme as características anatômicas e clínicas de cada paciente. A opção mais utilizada atualmente é o acesso pela virilha, conhecido como
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           via transfemoral
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , mas existem outras alternativas quando esse caminho não é indicado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No tratamento de válvula aórtica pela virilha, a equipe médica realiza uma pequena punção na artéria femoral, localizada na região da virilha. Por esse acesso, um cateter especial é inserido e conduzido pelos vasos sanguíneos até chegar ao coração.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dentro desse cateter está posicionada uma válvula artificial comprimida, que ocupa pouco espaço durante o trajeto pelos vasos. Com o auxílio de exames de imagem em tempo real, como raio-X (fluoroscopia) e ecocardiograma, o médico direciona o dispositivo até a posição correta na válvula aórtica.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quando a prótese chega ao local da válvula comprometida, ela é expandida e fixada, passando a substituir a função da válvula doente. Dessa forma, o fluxo de sangue do coração para o organismo é restabelecido de maneira mais eficiente.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As principais vias de acesso para realização do TAVI são:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Via transfemoral (pela virilha)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.drdiegogaia.com.br/tavi-tratamento-transcateter-da-valva-aortica" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Tavi pela virilha
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            é a abordagem mais comum e menos invasiva. Nela, o cateter entra pela artéria femoral, na região da virilha, e percorre o sistema arterial até alcançar o coração.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por não exigir abertura do tórax, essa técnica costuma estar associada a menor tempo de recuperação e menor agressão ao organismo quando comparada à cirurgia cardíaca convencional.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Outras vias de acesso ao coração
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quando o acesso pela artéria femoral não é possível ou não é considerado a melhor opção, o TAVI pode ser realizado por outras rotas. Essas alternativas são escolhidas de acordo com a anatomia e as condições de saúde do paciente.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entre elas estão:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Via transapical:
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             realizada por uma pequena incisão no tórax, permitindo a introdução do cateter pela ponta do coração;
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Via transaórtica: ut
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            iliza uma pequena abertura próxima à aorta para posicionar o dispositivo;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Via transcarotídea ou subclávia:
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             utiliza artérias localizadas próximas ao pescoço ou à região do ombro como caminho para chegar ao coração.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A escolha da melhor via é feita após uma avaliação com exames de imagem, especialmente a tomografia computadorizada, que permite analisar os vasos sanguíneos e definir o trajeto mais seguro para o implante.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para que serve o tratamento da válvula aórtica?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A válvula aórtica é responsável por controlar a saída do sangue do coração para a circulação do corpo. Quando essa estrutura apresenta alterações, o bombeamento do sangue pode ser prejudicado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Uma das principais doenças tratadas pelo TAVI é a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           estenose aórtica
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , condição em que ocorre o endurecimento e a calcificação dos folhetos da válvula, reduzindo a abertura necessária para a passagem do sangue.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Com a progressão da doença, o coração precisa fazer mais força para bombear o sangue, o que pode causar sintomas como:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            falta de ar aos esforços;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            cansaço frequente;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            dor ou pressão no peito;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            tonturas;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            desmaios;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            redução da capacidade para realizar atividades do dia a dia.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quando não tratada adequadamente, a estenose aórtica pode evoluir e comprometer a função cardíaca. Por isso, o tratamento da válvula aórtica deve ser definido a partir de uma avaliação especializada.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para quem o TAVI pode ser indicado?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A indicação do TAVI não depende apenas da idade do paciente. O médico avalia diversos fatores antes de recomendar a técnica, como risco cirúrgico, anatomia cardíaca, presença de outras doenças e condições gerais de saúde.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Inicialmente, o procedimento foi desenvolvido principalmente para:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Pacientes idosos com estenose aórtica grave;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Pessoas com alto risco para cirurgia cardíaca convencional;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Pacientes com outras doenças associadas, que aumentam as chances de complicações.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Com a evolução dos estudos e da tecnologia, o TAVI passou a ser considerado também em alguns pacientes de menor risco, desde que exista uma indicação adequada e uma avaliação criteriosa.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Além disso, a técnica pode ser utilizada em situações específicas, como a substituição de uma prótese biológica que apresentou falha ao longo dos anos, procedimento conhecido como
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           valve-in-valve.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como é a recuperação após o TAVI?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Uma das principais vantagens do tratamento por cateter é a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           recuperação mais rápida
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            quando comparada à cirurgia cardíaca aberta.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Após o procedimento, o paciente costuma permanecer em observação para acompanhamento dos batimentos cardíacos, pressão arterial e funcionamento da nova válvula. Em muitos casos, a internação dura poucos dias, dependendo da evolução clínica.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Durante a recuperação, as principais recomendações são:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            evitar esforços físicos intensos nos primeiros dias;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            cuidar do local de entrada do cateter na virilha;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            realizar consultas de acompanhamento;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            fazer exames periódicos para avaliar o funcionamento da prótese.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Afinal, a cirurgia da válvula pela virilha é segura?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Embora seja uma técnica menos invasiva, o TAVI continua sendo um procedimento cardíaco que exige planejamento e uma equipe especializada. Os riscos podem variar conforme as características individuais do paciente, incluindo idade, doenças associadas e condições cardiovasculares.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A avaliação antes do procedimento é fundamental para identificar possíveis riscos e definir a melhor estratégia. Quando bem indicado e realizado por profissionais experientes, o procedimento pode proporcionar melhora dos sintomas e da qualidade de vida.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Prof. Dr. Diego Gaia
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.drdiegogaia.com.br/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Cirurgião Cardiovascular
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , é especialista em doenças estruturais do coração e em técnicas minimamente invasivas. Professor e chefe do Setor de Doenças Estruturais do Coração na Universidade Federal de São Paulo, ele possui ampla experiência em implantes transcateter e tratamento de doenças valvares.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Para saber se a cirurgia da válvula aórtica é uma opção adequada para o seu caso, marque sua avaliação com o Dr. Diego Gaia.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://api.whatsapp.com/send?phone=5511999915200&amp;amp;text=Ol%C3%A1!%20Visitei%20o%20site%20do%20Dr.%20Diego%20Gaia%20e%20gostaria%20de%20agendar%20uma%20consulta.%20Pode%20me%20ajudar?" target="_blank"&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Agende sua consulta agora
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           !
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           FAQ - Perguntas frequentes 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A válvula colocada pelo cateter substitui a válvula doente?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sim. No TAVI, uma prótese valvar é posicionada dentro da válvula aórtica comprometida e passa a assumir sua função. A válvula antiga não é retirada; a nova estrutura é implantada em seu interior, permitindo melhorar a abertura para passagem do sangue.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O TAVI pela virilha pode ser feito em pacientes que já possuem uma prótese cardíaca?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em alguns casos, sim. Pacientes com uma prótese biológica aórtica que apresentou desgaste ou alteração de funcionamento podem ser avaliados para um procedimento chamado valve-in-valve, no qual uma nova válvula é implantada dentro da prótese existente por meio de um cateter.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quanto tempo depois do TAVI o paciente pode voltar às atividades normais?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O período de recuperação varia conforme as condições de saúde de cada pessoa, mas muitos pacientes conseguem retomar gradualmente suas atividades em poucos dias após a alta. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A cirurgia da válvula pela virilha precisa parar o coração durante o procedimento?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Não. Diferentemente de algumas cirurgias cardíacas abertas, o TAVI é realizado com o coração em funcionamento. A prótese é posicionada por meio de cateteres guiados por imagens, sem a necessidade de circulação extracorpórea na maioria dos casos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/bd3061d4/dms3rep/multi/cirurgia-da-valvula-pela-virilha-cf9ec198.jpg" length="157129" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Mon, 14 Sep 2026 12:09:54 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Tratamento minimamente invasivo da válvula mitral: conheça as principais opções</title>
      <link>https://www.drdiegogaia.com.br/tratamento-minimamente-invasivo-da-valvula-mitral</link>
      <description>Conheça as opções de tratamento minimamente invasivo da válvula mitral, como a cirurgia robótica e o MitraClip, suas indicações e recuperação.</description>
      <content:encoded>&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/bd3061d4/dms3rep/multi/tratamento-minimamente-invasivo-da-valvula-mitral.jpg" alt="Um médico cardiologista explica como é o tratamento minimamente invasivo da válvula mitral."/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O tratamento minimamente invasivo da válvula mitral representa uma revolução na medicina cardiovascular ao oferecer opções de correção valvar com alto índice de eficácia, menor agressão ao organismo e recuperação abreviada. Diferente da cirurgia tradicional de peito aberto, que exige a divisão completa do osso esterno (esternotomia), as abordagens modernas utilizam incisões reduzidas ou o acesso endovascular via cateter. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Essas metodologias reduzem o trauma cirúrgico, preservam a estrutura óssea do tórax e minimizam drasticamente o tempo de internação e o desconforto no pós-operatório.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Entendendo as patologias da válvula mitral
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A válvula mitral é composta por dois folhetos (anterior e posterior), um anel fibroso e um aparato subvalvar formado por cordas tendíneas e músculos papilares. Sua função é garantir que o sangue flua de forma unidirecional do átrio esquerdo para o ventrículo esquerdo. Quando essa estrutura falha, ocorrem duas condições principais:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Insuficiência mitral:
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             acontece quando os folhetos não se fecham adequadamente, permitindo que o sangue retorne ao átrio esquerdo a cada contração do coração.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Estenose mitral:
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             caracteriza-se pelo estreitamento da abertura valvar, o que dificulta a passagem do sangue do átrio para o ventrículo.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sem o devido tratamento, essas disfunções causam sobrecarga de volume e pressão no coração, culminando em dilatação cardíaca, hipertensão pulmonar, arritmias como a fibrilação atrial e insuficiência cardíaca grave.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Principais abordagens minimamente invasivas
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As alternativas ao procedimento convencional dividem-se em duas categorias principais: as abordagens cirúrgicas de pequeno corte (videoassistidas ou robóticas) e as intervenções percutâneas por cateterismo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Cirurgia minimamente invasiva da válvula mitral robótica (videoassistida)
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Na
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.drdiegogaia.com.br/cirurgia-menos-invasiva-da-valvula" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           cirurgia minimamente invasiva da válvula mitral
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , o cirurgião cardiovascular acessa o coração por meio de uma minitoracotomia direita — uma incisão lateral de aproximadamente 4 a 6 cm entre as costelas. O campo operatório é visualizado com o auxílio de câmeras de vídeo de alta definição (endoscopia de alta resolução) e instrumentos cirúrgicos longos e delicados.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Essa técnica permite realizar tanto a plástica mitral (reparo) quanto a troca da válvula por uma prótese biológica ou mecânica. Sempre que a anatomia permite, a preservação da válvula nativa através da reconstrução cirúrgica é a conduta preferencial, pois mantém a função ventricular e evita a necessidade de anticoagulação crônica na maioria dos casos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A cirurgia robótica eleva a precisão da minitoracotomia a um novo patamar. O cirurgião opera sentado em um console no qual controla braços robóticos articulados que imitam e aprimoram os movimentos das mãos humanas com extrema estabilidade. A visão tridimensional ampliada em alta definição permite reconstruções valvares complexas por meio de orifícios mínimos (1 cm) no tórax.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Reparo da válvula mitral por cateter (TEER / MitraClip)
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O reparo da válvula mitral por cateter, conhecido cientificamente como reparo transcateter borda a borda (TEER), é uma técnica que não exige incisões no tórax nem a parada do coração. O procedimento é realizado com a introdução de um cateter flexível através da veia femoral na virilha.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Guiado por ecocardiografia transesofágica 3D e radiografia em tempo real, o cirurgião insere um clipe metálico revestido (MitraClip) no interior do coração. O clipe aproxima as bordas dos folhetos defeituosos no ponto de maior vazamento, criando um duplo orifício e reduzindo de forma significativa o refluxo sanguíneo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Critérios de indicação e achados da literatura médica
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A escolha do método adequado depende de um diagnóstico detalhado que analisa a causa do defeito, a anatomia valvar e o estado geral do paciente.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Estudos da literatura médica, como a revisão sobre insuficiência mitral publicada no
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK567730/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           National Center for Biotechnology Information
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            (NCBI)
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , destacam a importância de classificar a doença em primária (etiologia orgânica/degenerativa) ou secundária (etiologia funcional/ventricular).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Casos primários (degenerativos):
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             quando a causa é a degeneração mixomatosa ou o prolapso de folheto em pacientes com bom estado geral, a cirurgia da válvula mitral minimamente robótica (videoassistida ou robótica) é a escolha primária pela elevada taxa de sucesso no reparo cirúrgico duradouro.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Casos secundários (funcionais) e alto risco:
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             pacientes em que a regurgitação decorre da dilatação do ventrículo após um infarto, ou indivíduos idosos com múltiplas comorbidades (doença renal, pulmonar ou fragilidade física), apresentam risco cirúrgico elevado. Nesses cenários, a literatura médica e o
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;a href="https://www.drdiegogaia.com.br/tavi-tratamento-transcateter-da-valva-aortica" target="_blank"&gt;&#xD;
        
            tratamento da insuficiência mitral
           &#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             por via percutânea (
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;a href="https://www.drdiegogaia.com.br/insuficiencia-mitral#Mitraclip" target="_blank"&gt;&#xD;
        
            MitraClip
           &#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ) são amplamente respaldados, oferecendo uma intervenção segura e eficaz para o alívio sintomático.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A decisão final é tomada pelo
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Heart Team
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            (equipe multidisciplinar de cardiologia), garantindo a individualização do cuidado.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Benefícios das técnicas minimamente invasivas
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Comparadas à cirurgia aberta tradicional por esternotomia, as opções minimamente invasivas oferecem vantagens clínicas e funcionais marcantes:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Integridade óssea mantida:
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             a ausência do corte no osso osso do tórax reduz significativamente a dor pós-operatória e o risco de infecções graves como a mediastinite.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Menor sangramento:
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             redução expressiva na necessidade de transfusões de sangue.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Menor tempo de internação:
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             o tempo médio de UTI e de internação hospitalar cai para cerca de 3 a 5 dias nas cirurgias de corte mínimo e para 2 a 3 dias no reparo por cateter.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Recuperação célere:
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             retorno às atividades rotineiras em poucas semanas (ou dias, no caso do cateterismo), contra os 60 a 90 dias exigidos pela esternotomia.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Estética superior:
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             cicatrizes reduzidas e discretas.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Possíveis riscos e complicações
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Embora os procedimentos apresentem perfis de segurança elevados, qualquer intervenção cardíaca envolve riscos que devem ser pontuados de forma transparente:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Robótica:
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             podem ocorrer sangramentos locais, dor intercostal temporária, conversão para cirurgia aberta em casos anatômicos difíceis (raro) ou arritmias transitórias.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Procedimentos por cateter:
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             os riscos englobam hematoma ou lesão no local de acesso vascular na virilha, mau posicionamento pontual do clipe ou necessidade residual de complementação cirúrgica.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Acompanhamento e pós-operatório
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A recuperação das técnicas minimamente invasivas é marcada por menor limitação física. Pacientes submetidos a abordagens por minimamente invasivo robótico não enfrentam a restrição de carregar peso por meses, comum na esternotomia. Nos procedimentos percutâneos, o paciente costuma caminhar 24 horas após o procedimento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O acompanhamento inclui a realização de ecocardiogramas periódicos para verificar o funcionamento da válvula, além da participação em programas de reabilitação cardiovascular e do ajuste das medicações para o controle da pressão arterial e da frequência cardíaca.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em resumo, os avanços tecnológicos tornaram o manejo das doenças valvares mais seguro, preciso e personalizado. Determinar a melhor abordagem para o seu caso exige uma análise minuciosa por uma equipe altamente qualificada e experiente em todas as modalidades terapêuticas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Se você possui diagnóstico de disfunção valvar e deseja conhecer a opção ideal para o seu caso, agende uma consulta de avaliação do tratamento minimamente invasivo da válvula mitral.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.drdiegogaia.com.br/contato" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Entre em contato
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            com o
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.drdiegogaia.com.br/prof-dr-diego-gaia" target="_blank"&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Dr. Diego Gaia
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.drdiegogaia.com.br/" target="_blank"&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            especialista em cirurgia cardiovascular
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , e receba um atendimento de referência focado na sua saúde e qualidade de vida.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           FAQ - perguntas frequentes sobre tratamento minimamente invasivo da válvula mitral
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           1. Qual é a principal diferença entre o tratamento minimamente invasivo da válvula mitral e a cirurgia tradicional?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A cirurgia tradicional exige a abertura completa do osso do peito (esternotomia). Já as abordagens minimamente invasivas utilizam pequenas incisões na lateral do tórax (cirurgia robótica) ou o acesso por cateter através da virilha (MitraClip), preservando a estrutura óssea e reduzindo o trauma cirúrgico.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           2. Quem pode realizar o tratamento minimamente invasivo da válvula mitral?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A indicação depende da causa do problema, da anatomia da válvula e das condições de saúde do paciente. Pacientes jovens e com bom estado geral costumam ser indicados para cirurgias minimamente invasivas de corte pequeno ou robóticas, enquanto pacientes idosos ou de alto risco cirúrgico beneficiam-se do reparo por cateter.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           3. O reparo por cateter (MitraClip) substitui a cirurgia de corte no peito?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Não para todos os casos. O MitraClip é uma alternativa voltada principalmente para pacientes considerados de alto risco para a cirurgia convencional ou com formas específicas de vazamento. A decisão entre cirurgia minimamente invasiva e cateterismo é tomada individualmente pela equipe médica (Heart Team).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           4. Quanto tempo leva a recuperação após um procedimento minimamente invasivo?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A recuperação é consideravelmente mais rápida. Enquanto a cirurgia aberta exige de 60 a 90 dias de restrição física, os procedimentos minimamente invasivos por corte lateral permitem o retorno às atividades normais em 2 a 3 semanas. No caso do reparo por cateter, a alta ocorre em 2 a 3 dias e a recuperação leva cerca de uma semana.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           5. Toda válvula mitral doente pode ser reparada sem precisar de substituição por prótese?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sempre que possível, o cirurgião prioriza a plástica (reparo) da válvula nativa, pois ela mantém a função do coração e evita o uso contínuo de anticoagulantes. No entanto, se a válvula estiver excessivamente calcificada ou comprometida, a substituição por uma prótese biológica ou mecânica torna-se necessária.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/bd3061d4/dms3rep/multi/tratamento-minimamente-invasivo-da-valvula-mitral.jpg" length="181147" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 04 Sep 2026 18:34:04 GMT</pubDate>
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      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Cirurgia menos invasiva da válvula: quando esse tratamento pode ser indicado?</title>
      <link>https://www.drdiegogaia.com.br/cirurgia-menos-invasiva-da-valvula</link>
      <description>Entenda quando a cirurgia menos invasiva da válvula é indicada, como funciona o procedimento transcateter, seus benefícios e riscos.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           cirurgia menos invasiva da válvula
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            representa um dos maiores avanços da cirurgia cardiovascular nas últimas décadas. Graças à evolução das técnicas cirúrgicas e dos procedimentos por cateter, hoje é possível tratar diversas doenças da válvula cardíaca com menor trauma ao organismo, recuperação mais rápida e excelentes resultados clínicos em pacientes selecionados.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No entanto, nem todos os casos podem ser tratados da mesma forma. A escolha entre uma cirurgia convencional, uma cirurgia valvar menos invasiva ou um procedimento como o TAVI depende de diversos fatores, como o tipo da doença, a válvula afetada, a idade do paciente e suas condições gerais de saúde.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Neste artigo, você entenderá como funciona esse tipo de tratamento para válvula do coração, quando ele pode ser indicado e quais são seus principais benefícios.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O que é cirurgia minimamente invasiva da válvula cardíaca?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A cirurgia minimamente invasiva da válvula cardíaca consiste em técnicas que permitem reparar ou substituir uma válvula do coração utilizando incisões menores do que as realizadas na cirurgia convencional.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Enquanto o procedimento tradicional geralmente exige a abertura completa do esterno (osso localizado no centro do tórax), a abordagem minimamente invasiva utiliza pequenas incisões entre as costelas ou técnicas assistidas por robótica, reduzindo significativamente o trauma cirúrgico.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Dependendo da doença e da válvula comprometida, também podem ser utilizados procedimentos realizados por
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           cateter
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , sem necessidade de abrir o tórax, como acontece no
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           implante transcateter de válvula aórtica (TAVI)
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Essas técnicas são utilizadas para tratar diferentes doenças valvares, como:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Estenose valvar (estreitamento da válvula);
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Insuficiência valvar (quando ocorre vazamento da válvula);
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Prolapso da válvula mitral;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Degeneração das válvulas cardíacas;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Doenças reumáticas que comprometem o funcionamento das válvulas.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O principal objetivo continua sendo o mesmo da cirurgia convencional: restaurar o funcionamento adequado da válvula cardíaca e melhorar a circulação do sangue pelo organismo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Qual é a cirurgia cardíaca menos invasiva?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Existem diferentes abordagens minimamente invasivas para o tratamento das doenças valvares, e a escolha depende do diagnóstico e das características de cada paciente.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entre as principais técnicas estão:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            cirurgia minimamente invasiva robótica;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            procedimentos por cateterismo, como o TAVI;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;a href="https://www.drdiegogaia.com.br/cirurgia-robotica-cardiovascular" target="_blank"&gt;&#xD;
        
            cirurgia cardiovascular robótica
           &#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            .
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           TAVI (Transcatheter Aortic Valve Implantation)
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            é atualmente uma das técnicas menos invasivas disponíveis para tratar a estenose da válvula aórtica.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nesse procedimento, uma nova válvula é implantada por meio de um cateter, normalmente introduzido pela artéria da virilha, sem necessidade de abertura do tórax ou retirada da válvula original.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Essa tecnologia revolucionou o tratamento da estenose aórtica, especialmente em pacientes idosos ou que apresentam maior risco para uma cirurgia convencional.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além disso, a evolução dos estudos científicos ampliou o uso do TAVI para diferentes perfis de pacientes, sempre após avaliação criteriosa por uma equipe especializada.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Já em casos envolvendo a válvula mitral, muitas vezes é possível realizar o reparo da própria válvula por meio de pequenas incisões no tórax, preservando sua estrutura natural sempre que possível.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quando é indicado o tratamento TAVI?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A indicação do
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.drdiegogaia.com.br/tavi-tratamento-transcateter-da-valva-aortica" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           tratamento transcateter da valva aórtica
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            (TAVI) é feita após uma avaliação individualizada realizada por uma equipe multidisciplinar, conhecida como Heart Team, composta por cardiologistas, cirurgiões cardiovasculares e outros especialistas.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           De forma geral, o procedimento pode ser indicado para pacientes com estenose aórtica grave que apresentam sintomas ou comprometimento da função cardíaca.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entre as principais situações em que o TAVI pode ser considerado estão:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            pacientes idosos;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            pessoas com risco cirúrgico elevado ou intermediário;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            pacientes com múltiplas doenças associadas (comorbidades);
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            pacientes que possuem uma prótese biológica previamente implantada e que apresentou desgaste (procedimento valve-in-valve);
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            pacientes de baixo risco cirúrgico, quando há indicação adequada e o procedimento é realizado em centros especializados.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A definição da melhor estratégia depende de exames detalhados, especialmente da tomografia computadorizada e do ecocardiograma, que permitem avaliar a anatomia da válvula, dos vasos sanguíneos e do coração.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além disso, o histórico clínico, a idade e as condições gerais de saúde também influenciam diretamente na decisão.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quais são as vantagens dos procedimentos menos invasivos?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As técnicas minimamente invasivas oferecem diversos benefícios quando comparadas à cirurgia tradicional, desde que o paciente seja um candidato adequado ao procedimento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entre as principais vantagens estão:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            incisões menores;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            menor perda de sangue;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            menor risco de infecção;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            menor dor no pós-operatório;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            preservação da estrutura do tórax em muitos casos;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            tempo reduzido de internação;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            recuperação mais rápida;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            retorno mais precoce às atividades diárias;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            melhores resultados estéticos devido às cicatrizes menores.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No caso do procedimento TAVI, como não há necessidade de abrir o tórax, muitos pacientes conseguem caminhar já nas primeiras 24 a 48 horas e recebem alta poucos dias após o procedimento, dependendo da evolução clínica.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Existem limitações para esse tipo de tratamento?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Embora a cirurgia valvar menos invasiva ofereça inúmeras vantagens, ela não é indicada para todos os pacientes. Algumas situações podem tornar a cirurgia convencional mais segura ou mais eficaz, como:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            comprometimento simultâneo de múltiplas válvulas;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            necessidade de realizar revascularização do miocárdio (cirurgia de ponte de safena);
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            alterações importantes na anatomia cardíaca;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            infecções ativas das válvulas;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            calcificações muito extensas em determinadas estruturas.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por isso, a decisão nunca deve ser baseada apenas na preferência do paciente por um procedimento menos invasivo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Cada caso deve ser cuidadosamente estudado para que a estratégia escolhida ofereça o maior benefício com o menor risco possível.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A cirurgia da válvula mitral é perigosa?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como qualquer procedimento cardíaco, a cirurgia da válvula mitral também apresenta riscos. Entretanto, com os avanços da medicina, da anestesia, das técnicas cirúrgicas e dos protocolos de segurança, esses riscos foram significativamente reduzidos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O risco varia conforme fatores como:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            idade do paciente;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            presença de outras doenças;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            gravidade da lesão valvar;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            função do coração;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            experiência da equipe médica.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sempre que possível, o reparo da válvula mitral é preferível à substituição, pois preserva a válvula natural do paciente, oferece excelente durabilidade e reduz a necessidade de anticoagulação permanente em muitos casos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além disso, quando realizado por equipes experientes, o reparo minimamente invasivo pode proporcionar recuperação mais rápida e excelentes resultados a longo prazo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Marque uma consulta e descubra o tratamento mais indicado para o seu caso
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O sucesso do tratamento para válvula do coração depende não apenas da tecnologia disponível, mas também da experiência da equipe responsável por indicar e realizar o procedimento. Por isso, contar com um cirurgião cardiovascular especializado em doenças valvares faz toda a diferença na definição da abordagem mais adequada para cada paciente.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.drdiegogaia.com.br/" target="_blank"&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Dr. Diego Gaia
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            é cirurgião cardiovascular, professor e chefe do Setor de Doenças Estruturais do Coração da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Possui formação internacional em cirurgia minimamente invasiva e cirurgia robótica, além de ampla experiência em procedimentos transcateter, como o TAVI, tendo realizado milhares de implantes ao longo de sua carreira.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Cada paciente passa por uma avaliação criteriosa, que considera exames de imagem, histórico clínico, sintomas e características da doença para definir a melhor estratégia de tratamento. Esse cuidado individualizado permite indicar desde procedimentos minimamente invasivos até cirurgias convencionais, sempre priorizando a segurança, a eficácia e a qualidade de vida.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Se você apresenta sintomas como falta de ar, cansaço ou dor no peito,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.drdiegogaia.com.br/contato" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           agende uma consulta agora e faça uma avaliação completa
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Leia também:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.drdiegogaia.com.br/insuficiencia-mitral" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Reparo da válvula mitral
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Perguntas frequentes
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           1. Cirurgia de válvula no coração tem riscos de morte?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sim. Como qualquer cirurgia cardíaca, o procedimento apresenta riscos, incluindo complicações graves. A probabilidade varia conforme fatores como idade, estado geral de saúde, tipo de doença valvar e experiência da equipe médica. No entanto, os avanços nas técnicas cirúrgicas, na anestesia e nos cuidados pós-operatórios reduziram esses riscos. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           2. Como é a recuperação pós-cirurgia de válvula mitral?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A recuperação depende da técnica utilizada e das condições clínicas do paciente. Em procedimentos minimamente invasivos, a internação costuma ser menor e o retorno às atividades pode ocorrer mais rapidamente do que na cirurgia convencional. Já nas cirurgias abertas, o tempo de recuperação tende a ser mais longo devido à cicatrização do esterno.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           3. Qual é a diferença entre cirurgia e TAVI?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A cirurgia minimamente invasiva utiliza pequenas incisões para acessar diretamente a válvula cardíaca, enquanto o TAVI implanta uma nova válvula por meio de um cateter, geralmente introduzido pela artéria da virilha, sem necessidade de abrir o tórax. A indicação depende da válvula afetada, do diagnóstico e do perfil clínico do paciente.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           4. Toda pessoa com doença na válvula cardíaca pode fazer uma cirurgia menos invasiva?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Não. A indicação depende de diversos fatores, como o tipo de doença valvar, a anatomia do coração, a presença de outras doenças cardiovasculares e o estado geral de saúde do paciente. Após uma avaliação detalhada, o cirurgião cardiovascular determina qual técnica oferece o melhor resultado e a maior segurança.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           5. Quais sintomas podem indicar a necessidade de tratamento para válvula do coração?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os sintomas variam conforme a doença e sua gravidade, mas os mais comuns são falta de ar, cansaço excessivo, dor no peito, palpitações, tonturas e desmaios. Porém, em alguns casos, a doença pode evoluir sem sintomas nas fases iniciais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/bd3061d4/dms3rep/multi/cirurgia-menos-invasiva-da-valvula.jpg" length="108940" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 23 Jul 2026 11:49:58 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Troca da válvula aórtica sem abrir o peito: como funciona essa alternativa à cirurgia tradicional?</title>
      <link>https://www.drdiegogaia.com.br/troca-valvula-aortica-sem-abrir-o-peito</link>
      <description>Descubra como funciona a troca da válvula aórtica sem abrir o peito (TAVI). Conheça as vantagens, riscos e a recuperação dessa cirurgia menos invasiva.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Receber o diagnóstico de um problema cardíaco traz muitas dúvidas e um receio natural. Muitas pessoas chegam ao consultório associando o tratamento do coração àquela imagem da cirurgia convencional, que exige a abertura do osso do tórax e um longo período de recuperação. Felizmente, existem outras excelentes soluções. Hoje, a troca da válvula aórtica sem abrir o peito é uma realidade que transforma a vida de milhares de pacientes todos os anos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Neste artigo, explicamos como funciona essa tecnologia moderna, para quem é indicada e como traz mais segurança e conforto aos pacientes.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           O que é a estenose aórtica e o termo "válvula do coração entupida"?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A válvula aórtica funciona como uma porta de saída do coração. Ela se abre para o sangue oxigenado seguir em direção ao resto do corpo e se fecha para evitar que o sangue retorne. Com o passar dos anos, ou devido a fatores genéticos, essa válvula pode sofrer um processo de calcificação. Ela se torna rígida e estreita.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esse problema é conhecido clinicamente como estenose aórtica. Na linguagem popular, muitos pacientes se referem a essa condição como uma válvula do coração entupida. Quando a abertura fica estreita, o coração precisa fazer uma força muito maior para bombear o sangue. Isso gera sintomas como:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Cansaço aos esforços;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Dor ou aperto no peito (angina);
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Tonturas e desmaios.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Na prática, o tratamento da estenose aórtica grave exige a substituição da válvula doente, pois os medicamentos sozinhos não conseguem reverter o estreitamento físico da estrutura.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Como funciona a troca da válvula aórtica sem abrir o peito?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O procedimento que permite trocar válvula do coração sem abrir o peito é chamado de
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           TAVI
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            (da sigla em inglês para Implante de Válvula Aórtica Transcateter). Ao contrário da operação tradicional, a TAVI é uma cirurgia da válvula pela virilha. O cirurgião cardiovascular realiza uma pequena punção na artéria femoral, localizada na região da virilha. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Através desse pequeno acesso, um tubo fino e flexível chamado cateter é introduzido e guiado por equipamentos de imagem de alta definição até o interior do coração. Na ponta desse cateter, fica uma nova válvula cardíaca artificial, que vai compactada. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quando o médico posiciona o dispositivo exatamente no local da válvula doente, essa nova estrutura é aberta (expandida). Ela esmaga a válvula antiga contra a parede da artéria e assume imediatamente a função de controlar o fluxo de sangue.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Todo o processo dura entre uma e duas horas. Na grande maioria dos casos, o paciente recebe apenas uma sedação leve e anestesia local, sem a necessidade de anestesia geral profunda ou do uso de máquinas de circulação extracorpórea.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Quais são as vantagens da cirurgia menos invasiva?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A escolha por uma técnica minimamente invasiva traz benefícios significativos para o paciente e para a tranquilidade de sua família:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Recuperação rápida:
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             o tempo de internação cai drasticamente. Enquanto a cirurgia aberta exige de 7 a 10 dias de hospitalização, o paciente submetido à TAVI costuma receber alta em 48 horas.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Menos dor:
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             como não há corte no osso do peito, o desconforto pós-operatório é mínimo.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Retorno às atividades:
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             o paciente caminha poucas horas após o procedimento e retoma sua rotina normal em poucos dias.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Menor risco de complicações:
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             os índices de sangramento e de infecções hospitalares são consideravelmente mais baixos.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Quem pode realizar o procedimento TAVI?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Inicialmente, a técnica foi desenvolvida para proteger pacientes idosos ou que apresentavam muitas comorbidades, os quais não suportariam os riscos de uma cirurgia de peito aberto. No entanto, o avanço dos estudos científicos e a evolução dos dispositivos expandiram essa recomendação.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Atualmente, as principais diretrizes médicas mundiais autorizam a avaliação de pacientes de risco intermediário e até baixo risco para a realização da TAVI. A decisão final depende de uma análise anatômica detalhada, feita por meio de exames como a tomografia computadorizada, e da avaliação de uma equipe médica multidisciplinar.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Proteja a sua saúde cardíaca
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sentir falta de ar ou cansaço não faz parte do envelhecimento saudável. Se você ou alguém que você ama apresenta sintomas de problemas na válvula aórtica, buscar uma avaliação especializada é o primeiro passo para recuperar a qualidade de vida com segurança.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Agende uma consulta para avaliar e entender melhor sobre a troca da válvula aórtica sem abrir o peito. Converse com o
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.drdiegogaia.com.br/prof-dr-diego-gaia" target="_blank"&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Dr. Diego Gaia
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.drdiegogaia.com.br/" target="_blank"&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Cirurgião Cardiovascular
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           especializado em TAVI, Cirurgia Minimamente Invasiva e Cirurgia Robótica
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , e descubra o tratamento ideal para o seu coração.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           FAQ - perguntas frequentes sobre a troca da válvula aórtica sem abrir o peito
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           1. Quanto tempo dura a recuperação após o procedimento TAVI?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O paciente costuma caminhar poucas horas após o procedimento, recebe alta hospitalar em cerca de 48 horas e retorna à rotina normal em poucos dias.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           2. A TAVI é realizada com anestesia geral ou local?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O procedimento, na maioria dos casos, é realizado apenas com anestesia local na virilha combinada a uma sedação leve, sem necessidade de anestesia geral.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           3. Quais são os principais riscos da troca da válvula pela virilha?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por ser minimamente invasiva, os riscos de sangramento e infecção são baixos, existindo chances mínimas de complicações vasculares locais ou necessidade de marca-passo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           4. Qualquer paciente com estenose aórtica pode fazer a TAVI?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A indicação depende de exames anatômicos detalhados, mas hoje o procedimento já beneficia desde idosos de alto risco até pacientes mais jovens de baixo risco.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           5. Quanto tempo dura a nova válvula implantada sem abrir o peito?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As válvulas utilizadas na TAVI são feitas de materiais biológicos altamente duráveis, projetadas para manter o funcionamento adequado do coração por muitos anos.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/bd3061d4/dms3rep/multi/v-C3-A1lvula-a-C3-B3rtica.png" length="3061681" type="image/png" />
      <pubDate>Mon, 13 Jul 2026 15:57:07 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.drdiegogaia.com.br/troca-valvula-aortica-sem-abrir-o-peito</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/bd3061d4/dms3rep/multi/v-C3-A1lvula-a-C3-B3rtica.png">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/bd3061d4/dms3rep/multi/v-C3-A1lvula-a-C3-B3rtica.png">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>O que é o implante de válvula aórtica por cateter (TAVI) e quando ele é indicado?</title>
      <link>https://www.drdiegogaia.com.br/blog/implante-valvula-aortica-por-cateter</link>
      <description>O que é o implante de válvula aórtica por cateter (TAVI) e quando ele é indicado? Entenda como funciona a cirurgia cardíaca minimamente invasiva para a estenose!</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O implante de válvula aórtica por cateter (também conhecido como tratamento transcateter da valva aórtica - TAVI) é um procedimento médico inovador que revolucionou o tratamento das doenças das válvulas do coração. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Essa técnica moderna permite a substituição de uma válvula do coração (mais frequentemente a válvula aórtica) sem a necessidade de abrir o peito do paciente ou parar o coração, trazendo mais segurança e uma recuperação muito mais rápida. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O método é usado principalmente para combater a estenose aórtica, doença que se caracteriza pelo estreitamento e endurecimento da valva que controla a saída de sangue do coração para a artéria aorta. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Essa condição cria um cenário de válvula do coração entupida, o que força o músculo cardíaco a trabalhar com muito mais carga e prejudica a distribuição de oxigênio para todo o corpo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Abaixo, você vai entender melhor o que é esse procedimento, como funciona com suporte científico e quais são as suas indicações práticas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           O que é o problema na válvula do coração chamado estenose aórtica?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A válvula aórtica normal possui três folhetos finos que se abrem e fecham perfeitamente a cada batimento cardíaco. Com o passar dos anos, o processo natural de envelhecimento pode provocar o acúmulo de cálcio nessas estruturas. Esse depósito endurece os tecidos e reduz drasticamente a abertura valvar.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quando a abertura diminui, o coração precisa fazer uma força desproporcional para empurrar o sangue para a frente. Esse esforço contínuo gera sintomas graves como:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Falta de ar durante esforços físicos cotidianos.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Dor ou sensação de aperto no peito (angina).
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Tonturas frequentes e desmaios (síncope).
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Se o paciente não receber o tratamento da válvula aórtica adequado após o surgimento dos sintomas, o coração começa a dilatar e falhar. Esse quadro evolui rapidamente para a insuficiência cardíaca grave, reduzindo drasticamente a expectativa de vida da pessoa.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Como funciona o procedimento transcateter?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O TAVI é uma cirurgia cardíaca minimamente invasiva que posiciona uma nova prótese valvar aórtica dentro da estrutura antiga doente. O cirurgião insere essa nova válvula compactada dentro de um tubo fino e flexível chamado cateter e guia todo o sistema através dos vasos sanguíneos até o coração.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ao chegar no ponto exato da obstrução, a nova prótese é expandida. Esse movimento comprime os folhetos calcificados antigos contra as paredes da artéria e assume imediatamente o controle do fluxo de sangue. O procedimento dispensa a necessidade de parar os batimentos cardíacos do paciente durante a intervenção, o que preserva a estabilidade do sistema circulatório.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Como o procedimento é realizado passo a passo:
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Acesso vascular:
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             o cirurgião faz uma pequena punção na artéria da virilha (artéria femoral) sob anestesia local ou sedação leve para introduzir os equipamentos de navegação.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Navegação com o cateter:
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             o médico conduz o cateter flexível através da aorta com o apoio de aparelhos de radiografia e ecocardiografia de alta resolução até posicioná-lo exatamente sobre a válvula nativa doente.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Posicionamento e expansão:
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             a prótese (composta por tecido biológico fixado em uma malha de metal flexível) é inflada por um balão ou se expande sozinha, empurrando o cálcio e fixando-se com firmeza no local correto.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Checagem e finalização:
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             a equipe médica analisa o fluxo sanguíneo imediatamente para confirmar a ausência de vazamentos, remove o cateter e fecha a pequena punção na pele.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Quando trocar a válvula do coração usando o TAVI?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A indicação clássica para intervir na valva ocorre quando o estreitamento é classificado como grave e o paciente começa a manifestar sintomas clínicos. No entanto, a escolha entre fazer a cirurgia da válvula do coração tradicional ou optar pelo método transcateter exige uma análise criteriosa realizada por uma equipe multidisciplinar de especialistas (o chamado
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Heart Team
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Inicialmente, o procedimento foi desenvolvido de forma exclusiva para pacientes que não podiam passar por uma operação de peito aberto devido à idade muito avançada ou à presença de outras doenças graves associadas, como insuficiência renal crônica ou enfisema pulmonar.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No geral, o TAVI entrega excelentes resultados de curto e longo prazo também para pacientes de risco intermediário e baixo risco cirúrgico. Portanto, a técnica é uma escolha segura de primeira linha para perfis variados de pacientes.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           TAVI versus cirurgia convencional: quais são as principais diferenças?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A compreensão das diferenças entre os procedimentos ajuda a aliviar a ansiedade do paciente e de seus familiares. A cirurgia convencional exige uma incisão de cerca de 25 centímetros no osso do peito (esternotomia) ou alternativamente pode ser realizada por mini incisões..
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O cirurgião conecta o paciente a uma máquina de circulação extracorpórea para fazer o trabalho do coração e dos pulmões enquanto remove a válvula doente e costura uma nova prótese no lugar. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em contrapartida, o TAVI funciona de maneira menos invasiva. Conheça os principais pontos de diferença entre as duas abordagens técnicas:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Tamanho da incisão no corpo:
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             a cirurgia tradicional exige um corte de 20 a 25 cm no tórax (convencional) ou aproximadamente 5-10 cm (minimamente invaasivo), enquanto o TAVI usa apenas uma punção milimétrica na virilha.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Tempo total de internação:
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             o paciente permanece de 5-7 dias no hospital na cirurgia convencional, mas precisa de apenas 2 a 3 dias de internação no procedimento por cateter.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Necessidade de permanência na UTI:
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             a UTI é obrigatória por 2-3 dias no método convencional, enquanto o TAVI demanda geralmente apenas 1 dia para observação pós-cirúrgica.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Prazo para o retorno às atividades:
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             a recuperação dura de 30-45 dias na cirurgia aberta, contra um prazo aproximado de 7 dias no tratamento transcateter.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Tipo de anestesia utilizada:
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             o método tradicional requer anestesia geral, enquanto o TAVI é pode ser feito com sedação e anestesia local.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Benefícios e recuperação pós-procedimento
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A redução do trauma cirúrgico reflete diretamente na qualidade da recuperação do paciente. Por não envolver cortes em grandes ossos ou músculos, o nível de dor no pós-operatório é extremamente baixo. O risco de complicações graves, como infecções hospitalares de grande porte e sangramentos massivos, cai significativamente.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A melhora na qualidade de vida do paciente é percebida de forma quase imediata. Já nos primeiros dias após o implante, o indivíduo relata o desaparecimento da falta de ar crônica e recupera a energia para realizar tarefas simples, como caminhar pelo quarto ou tomar banho sem cansaço. A reinserção na rotina familiar ocorre com rapidez, devolvendo a autonomia e a dignidade ao idoso.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Importância da avaliação individual
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Embora o procedimento apresente números excelentes e alta segurança, cada coração possui uma arquitetura anatômica única. A avaliação prévia detalhada com exames de tomografia computadorizada e ecocardiograma é indispensável para garantir o sucesso do implante.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.drdiegogaia.com.br/prof-dr-diego-gaia" target="_blank"&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Dr. Diego Gaia
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            é uma das maiores referências do país na realização do TAVI e no desenvolvimento de técnicas inovadoras voltadas para doenças estruturais do coração. Sua sólida trajetória acadêmica e sua vasta experiência prática proporcionam o suporte técnico necessário para que os pacientes passem por esse momento com máxima clareza, segurança e acolhimento humanizado.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em resumo, o avanço das técnicas em  cardiologia transformaram uma doença antes fatal em uma condição perfeitamente tratável por meio de punções simples. O método protege o músculo cardíaco, devolve a capacidade respiratória e adiciona anos de vida saudáveis ao paciente com total segurança.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Se você ou um familiar receberam o diagnóstico de estenose ou possuem sintomas associados a um problema de válvula, não adie o cuidado com a vida. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.drdiegogaia.com.br/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Agende uma consulta
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            especializada com o
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Dr. Diego Gaia
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            para tirar todas as suas dúvidas sobre o implante de válvula aórtica por cateter. Conheça o
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.drdiegogaia.com.br/tavi-tratamento-transcateter-da-valva-aortica" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           tratamento transcateter da valva aórtica
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            para dar o primeiro passo rumo a uma vida plena e com o coração renovado.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           FAQ - perguntas frequentes sobre o tratamento transcateter da valva aórtica
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           1. Quanto tempo dura a recuperação após o procedimento TAVI?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A recuperação é muito rápida, permitindo que o paciente receba alta em até 3 dias e retorne às atividades normais ao redor de 7 dias.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           2. Qualquer paciente com problema na válvula pode fazer o TAVI?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Não, o procedimento exige uma avaliação minuciosa do
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Heart Team
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            para verificar a anatomia do coração e o nível de risco cirúrgico.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           3. O implante de válvula por cateter precisa de anestesia geral?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Na grande maioria dos casos, o procedimento é realizado apenas com sedação leve associada a uma anestesia local no ponto da punção.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           4. Qual é a durabilidade da nova prótese valvar biológica?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As próteses modernas possuem excelente durabilidade, mantendo o bom funcionamento do fluxo sanguíneo por muitos anos após o implante.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           5. O TAVI é considerado um procedimento seguro para idosos?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sim, por ser uma técnica minimamente invasiva, ela reduz drasticamente os riscos de complicações e o estresse físico em pacientes idosos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Veja também:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="/"&gt;&#xD;
      
           cirurgia de infarto
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/bd3061d4/dms3rep/multi/Implante+de+v%C3%A1lvula+a%C3%B3rtica+%281%29.jpg" length="102521" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 09 Jul 2026 12:44:17 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/bd3061d4/dms3rep/multi/Implante+de+v%C3%A1lvula+a%C3%B3rtica+%281%29.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Tratamento da Pneumonia por COVID19. ECMO - Extracorporeal Membrane Oxigenator (Oxigenador de Membrana Extracorpórea)</title>
      <link>https://www.drdiegogaia.com.br/tratamento-da-pneumonia-por-covid19</link>
      <description>Conheça o uso da ECMO no tratamento da pneumonia por COVID-19, uma tecnologia de oxigenação extracorpórea para casos graves que exigem suporte respiratório.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A pneumonia por coronavírus (COVID19) tem se tornado epidêmica no Brasil e no mundo. A organização mundial de saúde declarou a infecção por coronavírus uma pandemia em 11 de março de 2020. Desde então milhões de pessoas adquiriram a infecção pelo coronavírus com diferentes graus de gravidade. Estas infecções geraram um aumento expressivo da utilização dos recursos de internação hospitalar, terapia intensiva (UTI) e suporte respiratório com necessidade muitas vezes de ventilação mecânica. Estudos demonstram que até 88% dos pacientes em terapia intensiva necessitam de ventilação mecânica invasiva ou não invasiva. Uma parte destes pacientes não responde adequadamente apesar de parâmetros máximos e otimizados de ventilação mecânica apresentando falência na captação de oxigênio pelos pulmões (hipoxemia) ou de liberação de gás carbônico (hipercarbia). Nestas situações de falência dos recursos de ventilação mecânica convencional a ECMO (Extracorporeal membrane oxigenation) (Oxigenação por membrana extracorpórea) pode ser a única alternativa, em casos selecionados, de salvar a vida do paciente.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O que é COVID-19?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O COVID-19 é uma doença causada por um novo vírus da família coronavírus chamado de SARS-Cov-2. Os primeiros relatos de infecção foram reportados em dezembro de 2019 na região de Wuhan na China.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O coronavírus pode causar uma infecção respiratória grave. A infecção por coronavírus pode muitas vezes passar desapercebida como uma gripe comum. Aproximadamente 80% das pessoas se recuperam da infecção sem necessitar de internação ou suporte hospitalar. 15% das pessoas irão necessitar de oxigênio suplementar e 5% de internação em unidade de terapia intensiva, segundo dados da Organização Mundial de Saúde.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A mortalidade da doença pode ser especialmente alta em subgrupos selecionados como idosos, portadores de doenças sistêmicas incluindo a obesidade. As causas mais frequentes de morte são a insuficiência respiratória, sepse e choque séptico. Outras causas de complicação do quadro são episódios de tromboembolismo, insuficiência de múltiplos órgãos, insuficiência cardíaca e renal.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Geralmente o período de incubação da doença é de 5-6 dias após o contágio, podendo variar em 1-14 dias. A seguir o paciente passa a apresentar sintomas abaixo listados.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A infecção muito contagiosa e pode ser transmitida pela respiração e pelo contato com superfícies contaminadas. Paciente assintomáticos podem ser transmissores da doença o que pode dificultar o isolamento de pacientes portadores do vírus.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O tratamento inicial envolve o alívio sintomático e o repouso, porém casos potencialmente graves necessitam de tratamento específico com medidas hospitalares, incluindo o uso de corticoides e anti coagulantes em casos selecionados. Até o momento não existe um tratamento específico e totalmente eficaz para esta doença o que dificulta seu tratamento e controle da pandemia.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Atualmente diversas vacinas foram aprovadas ao redor do mundo para redução da chance de infecção pelo coronavírus porém sua eficácia, duração e possíveis efeitos colaterais ainda são parcialmente desconhecidos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a href="/"&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/bd3061d4/dms3rep/multi/covid-19.jpeg" alt=""/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quais os sintomas do coronavírus?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os sintomas são semelhantes aos de uma gripe comum e podem incluir:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Comuns:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Tosse
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Febre alta
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Fadiga / Cansaço
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Dispnéia (Falta de Ar)
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Outros:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Perda do olfato (cheiro) ou paladar (gosto)
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Coriza
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Dores no corpo
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Conjuntivite
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Dor de cabeça
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Dor de garganta
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Calafrios
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Diarréia
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Náusea e vòmito
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Queda de saturação de oxigênio
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ao apresentar estes sintomas o paciente deve se dirigir a um serviço de saúde e ser imediatamente avaliado por um médico especialista. Além da avaliação clínica somente testes sorológicos (de sangue) e de PCR podem determinar se os sintomas são decorrentes de infecção por coronavírus.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/bd3061d4/dms3rep/multi/ecmo.jpg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Todas as pessoas com coronavírus vão apresentar quadros graves ?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nem todas as pessoas infectadas por coronavírus vão apresentar quadros graves e risco de morte, porém algumas delas podem apresentar piora da capacidade do pulmão em realizar as trocas gasosas e oxigenação adequada do sangue. Este quadro é conhecido como insuficiência respiratória.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O que causa a insuficiência respiratória ?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A insuficiência respiratória é causada por uma intensa inflamação do pulmão secundária a infecção pelo vírus COVID-19. Conforme a inflamação e a infecção avançam o pulmão torna-se cada vez mais comprometido e incapaz de realizar trocas gasosas adequadamente, isto é, oxigenar o sangue e retirar o gás carbônico.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como se trata a insuficiência respiratória ?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O tratamento da insuficiência respiratória envolve diversos passos, incluindo:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Aumento da quantidade de oxigênio respirado através de máscaras de oxigênio
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Ventilação mecânica não invasiva (realizada através de uma máscara fixa ao rosto do paciente) - incluidno o cateter nasal de alto fluxo
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Ventilação mecânica invasiva (realizada através da intubação do paciente e conexão do mesmo a um aparelho denominado respirador que auxilia o pulmão na respiração)
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ECMO (oxigenador de membrana extra corpórea) (necessários em casos graves)
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como tratar casos mais graves e refratários ?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Muitas vezes apesar do tratamento clínico instituído e a ventilação mecânica invasiva o paciente não apresenta a melhora esperada.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Alguns pacientes podem permanecer com níveis elevados de gás carbônico no sangue (CO2) e baixa oxigenação apesar de estarem recebendo oxigênio em altas doses. Casos como estes podem alcançar parâmetros críticos e incompatíveis com a vida se nenhuma terapia invasiva for adicionada em curto período de tempo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nestes cenários o
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            ECMO (extra corporeal membrane oxigenator)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            pode promover a estabilização do paciente através da retirada de gás carbônico e oxigenação do paciente durante o período de recuperação da infecção.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O paciente em uso de 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ECMO
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            tem a função de seu pulmão substituída por uma máquina temporariamente até que a infecção esteja controlada e o seu próprio pulmão recuperado da infecção e capaz de oxigenar o sangue por si só. Estudos tem demonstrado que o 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ECMO
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            é capaz de reduzir a mortalidade em pacientes com coronavírus.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O ECMO
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ECMO é a abreviação de Extra Corporeal Membrane Oxigenator (oxigenador de membrana extracorpórea)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . Este é um dispositivo capaz de substituir as funções do pulmão do paciente (oxigenação do sangue e retirada de gás carbônico) em situações em o pulmão não é capaz de realizar as mesmas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O ECMO é conectado ao paciente com indicação de seu uso (insuficiência respiratória grave e refratária) através de cânulas (tubos) que retiram o sangue sem oxigênio do paciente e o fazem circular por uma membrana (dispositivo que funciona como um pulmão artificial) realizando a oxigenação e a retirada de gás carbônico. A seguir o sangue é retornado ao paciente por outra cânula tornado a oferta de oxigênio aos tecidos adequada. Todo o procedimento de instalação pode ser executado a beira do leito sob monitorização de uma equipe especializada e monitorizado por ecocardiograma transesofágico. Todos os indivíduos com ECMO precisam permanecer em um ambiente de terapia intensiva e sob supervisão constante de um equipe treinada na manipulação do sistema. Durante a sua utilização diversos parâmetros precisam ser constantemente monitorizados e ajustados.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Não existe um tempo fixo de permanência do sistema. Ele pode permanecer conectado ao paciente por muitos dias e na maioria das vezes permanece ligado até a melhora do quadro de inflamação e/ou infecção pulmonar. Após a melhora do pulmão e o retorno de sua capacidade de oxigenação o sistema é desconectado do paciente que retoma sua respiração através de seu próprio pulmão. O ECMO também pode ser utilizado em transporte de pacientes com insuficiência respiratória grave entre hospitais diferentes, cidades, estados ou até mesmo países. Um cenário possível é a instalação do sistema em um UTI longe de um grande centro e o transporte por ambulância, helicóptero ou avião até um centro especializado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Somente uma equipe habilitada em ECMO pode determinar a necessidade de sua uso, realizar sua instalação e condução. Assim como o transporte de um paciente em ECMO.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Referências
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - Extracorporeal membrane oxygenation (ECMO) in patients with H1N1 influenza infection: a systematic review and meta-analysis including 8 studies and 266 patients receiving ECMO.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           - Zangrillo A, Biondi-Zoccai G, Landoni G, Frati G, Patroniti N, Pesenti A, Pappalardo F. Crit Care. 2013 Feb 13;17(1):R30. doi: 10.1186/cc12512.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           - Extracorporeal Membrane Oxygenation for 2009 Influenza A(H1N1) Acute Respiratory Distress Syndrome.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           - Australia and New Zealand Extracorporeal Membrane Oxygenation (ANZ ECMO) Influenza Investigators1, Davies A, Jones D, Bailey M, Beca J, Bellomo R,Blackwell N, Forrest P, Gattas D, Granger E, Herkes R, Jackson A, McGuinness S, Nair P, Pellegrino V, Pettilä V, Plunkett B, Pye R, Torzillo P, Webb S, Wilson M, Ziegenfuss M.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           - JAMA. 2009 Nov 4;302(17):1888-95. doi: 10.1001/jama.2009.1535. Epub 2009 Oct 12.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/bd3061d4/dms3rep/multi/Tratamento+da+Pneumonia+por+COVID19.+ECMO+-+Extracorporeal+Membrane+Oxigenator+%28Oxigenador+de+Membrana+Extracorp%C3%B3rea%29.jpeg" length="176956" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 19 Jan 2021 19:57:18 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.drdiegogaia.com.br/tratamento-da-pneumonia-por-covid19</guid>
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      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/bd3061d4/dms3rep/multi/Tratamento+da+Pneumonia+por+COVID19.+ECMO+-+Extracorporeal+Membrane+Oxigenator+%28Oxigenador+de+Membrana+Extracorp%C3%B3rea%29.jpeg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/bd3061d4/dms3rep/multi/Tratamento+da+Pneumonia+por+COVID19.+ECMO+-+Extracorporeal+Membrane+Oxigenator+%28Oxigenador+de+Membrana+Extracorp%C3%B3rea%29.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Tratamento de insuficiência mitral com MITRACLIP demonstra bons resultados mesmo em pacientes frágeis</title>
      <link>https://www.drdiegogaia.com.br/tratamento-de-insuficiencia-mitral-com-mitraclip</link>
      <description>Estudo mostra que o Mitraclip oferece bons resultados no tratamento de insuficiência mitral, mesmo em pacientes frágeis, ampliando opções de intervenção segura.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Estudo publicado este mês no JACC: Cardiovascular Interventions demonstrou que o tratamento da insuficiência mitral por cateterismo utilizando o dispositivo mitraclip foi seguro e eficaz em pacientes considerados frágeis (alto risco cirúrgico) e semelhente aos resultados obtidos em pacientes de menor risco.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os achados são muito importantes pois demonstram que a técnica pode ser aplicada nesta população especial de pacientes que até então eram mantidos em tratamento clínico apesar dos resultados pouco animadores. Além de resultados semelhantes a pacientes menos frágeis ficou demosntrado no estudo uma significativa melhora da qualidade de vida e da capacidade de exercer atividades da vida cotidiana.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A insuficiência mitral é uma doença extremamente frequente e quando grave necessita de intervenção cirúrgica por causar vazamento em uma das válvulas do coração e sintomas especialmente de falta de ar.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Leia também:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.drdiegogaia.com.br/insuficiencia-mitral" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Reparo da válvula mitral
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mais informações em:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="/insuficiencia-mitral"&gt;&#xD;
      
           http://www.drdiegogaia.com.br/insuficiencia-mitral
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Fonte: 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Metze C, Matzik AS, Scherner M, et al. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="http://www.interventions.onlinejacc.org/content/early/2017/09/08/j.jcin.2017.07.042?sso=1&amp;amp;sso_redirect_count=2&amp;amp;access_token=" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Impact of frailty on outcomes in patients undergoing percutaneous mitral valve repair.
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            J Am Coll Cardiol Intv. 2017;Epub ahead of print.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Arnold SV. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="http://www.interventions.onlinejacc.org/content/early/2017/09/08/j.jcin.2017.08.029" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Frail elderly—the ideal patients for MitraClip.
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            J Am Coll Cardiol Intv. 2017;Epub ahead of print.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/bd3061d4/dms3rep/multi/Tratamento+de+insufici%C3%AAncia+mitral+com+MITRACLIP+demonstra+bons+resultados+mesmo+em+pacientes+fr%C3%A1geis.jpeg" length="155927" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 21 Sep 2017 17:25:30 GMT</pubDate>
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      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/bd3061d4/dms3rep/multi/Tratamento+de+insufici%C3%AAncia+mitral+com+MITRACLIP+demonstra+bons+resultados+mesmo+em+pacientes+fr%C3%A1geis.jpeg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/bd3061d4/dms3rep/multi/Tratamento+de+insufici%C3%AAncia+mitral+com+MITRACLIP+demonstra+bons+resultados+mesmo+em+pacientes+fr%C3%A1geis.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Respect Trial demonstra segurança e eficácia do fechamento do FOP (forame oval patente)</title>
      <link>https://www.drdiegogaia.com.br/fechamento-do-fop</link>
      <description>Respect Trial comprova segurança e eficácia do fechamento do forame oval patente (FOP), promovendo avanços no tratamento de risco de AVC.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Este mês foram publicados no New England Journal of Medicine os resultados do RESPECT Trial. Este grande estudo demonstrou a segurança e a eficácia do fechamento do forame oval patente por técnica percutânea (cateterismo).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      
           O estudo demonstrou que no seguimento de longo prazo (13 anos em 5810 pacientes) o fechamento por cateterismo foi mais seguro que apenas a antiagregação plaquetária sendo capaz de reduzir o índice de novo AVC (acidente vascular cerebral) e reduzir a mortalidade.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O fechamento do forame oval reduziu em 62% a chance de um novo AVC. Também ficou demonstrado 0% de complicações de erosão aórtica, do dispositivo ou trombo. O estudo confirma resultados de estudos menores previamente publicados e é o primeiro a apresentar dados de tão longo prazo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Vale ressaltar que a indicação de fechamento do forame oval patente deve ser discutida com seu médico e somente deve ser realizada após avaliação cuidadosa e detalhada.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mais informações sobre a técnica em: 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="http://www.drdiegogaia.com.br/o-que-e-forame-oval-patente" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           http://www.drdiegogaia.com.br/o-que-e-forame-oval-patente
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Fonte: Saver JL, Carroll JD, Thaler DE, et al. Long-term outcomes of patent foramen ovale closure or medical therapy after stroke. N Engl J Med 2017; 377: 1022-32.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/bd3061d4/dms3rep/multi/Respect+Trial+demonstra+seguran%C3%A7a+e+efic%C3%A1cia+do+fechamento+do+FOP+%28forame+oval+patente%29.jpeg" length="169174" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 20 Sep 2017 13:22:56 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.drdiegogaia.com.br/fechamento-do-fop</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/bd3061d4/dms3rep/multi/Respect+Trial+demonstra+seguran%C3%A7a+e+efic%C3%A1cia+do+fechamento+do+FOP+%28forame+oval+patente%29.jpeg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/bd3061d4/dms3rep/multi/Respect+Trial+demonstra+seguran%C3%A7a+e+efic%C3%A1cia+do+fechamento+do+FOP+%28forame+oval+patente%29.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>FDA aprova o uso de válvula transcateter em pacientes de risco intermediário</title>
      <link>https://www.drdiegogaia.com.br/fda-aprova-o-uso-de-valvula-transcateter</link>
      <description>FDA aprova válvula transcateter para pacientes de risco intermediário, ampliando opções de tratamento menos invasivas e mais seguras.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O FDA (a agência de regulação de produtos médicos americana) aprovou o uso das válvulas transcateter em pacientes de risco intermediário candidatos a substituição/troca da válvula aórtica.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Isso significa que pacientes com risco de ao menos 3% (de morte no procedimento) já possuem autorização para realização da troca valvar aórtica pela técnica transcateter. Anteriormente esta tecnologia estava reservada para pacientes de alto risco ou considerados inoperáveis.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esta notícia certamente significa que um maior número de pacientes poderá ser beneficiar desta técnica inovadora e menos invasiva. Estas informações foram baseadas em grandes estudos multicentricos que comprovaram a segurança e a eficácia do procedimento nestes pacientes.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="http://www.fda.gov/NewsEvents/Newsroom/PressAnnouncements/ucm517281.htm?source=govdelivery&amp;amp;utm_medium=email&amp;amp;utm_so" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           http://www.fda.gov/NewsEvents/Newsroom/PressAnnouncements/ucm517281.htm?source=govdelivery&amp;amp;utm_medium=email&amp;amp;utm_so
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Agência Européia (CE Mark) aprova o uso de válvula transcateter em pacientes de risco intermediário
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A agência de regulação européia para produtos de saúde (CE Mark) aprovou o uso das válvulas transcateter em pacientes de risco intermediário candidatos a substituição/troca da válvula aórtica.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A partir de agora pacientes considerados de risco intermediário (risco de 3% de morte quando submetidos a uma cirurgia convencional) podem ser operados de estenose aórtica por técnica minimamente invasiva transcateter.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Certamente isso representa um enorme avanço baseado em achados de grandes estudos que comprovaram a eficácia e segurança da técnica neste grupo de pacientes.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Assim uma grande quantidade de pacientes pode agora se beneficiar desta técnica anteriormente restrita a pacientes considerados de alto risco para a troca valvar aórtica convencional ou inoperáveis.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="http://newsroom.medtronic.com/phoenix.zhtml?c=251324&amp;amp;p=irol-newsArticle&amp;amp;ID=2191458" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           http://newsroom.medtronic.com/phoenix.zhtml?c=251324&amp;amp;p=irol-newsArticle&amp;amp;ID=2191458
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Veja também:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.drdiegogaia.com.br/revascularizacao-do-miocardio" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           cirurgia de infarto
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            |
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.drdiegogaia.com.br/disseccoes-da-aorta" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           rompimento da aorta
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/bd3061d4/dms3rep/multi/FDA+aprova+o+uso+de+v%C3%A1lvula+transcateter+em+pacientes+de+risco+intermedi%C3%A1rio.jpeg" length="196778" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 14 Sep 2017 12:11:04 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.drdiegogaia.com.br/fda-aprova-o-uso-de-valvula-transcateter</guid>
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      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/bd3061d4/dms3rep/multi/FDA+aprova+o+uso+de+v%C3%A1lvula+transcateter+em+pacientes+de+risco+intermedi%C3%A1rio.jpeg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/bd3061d4/dms3rep/multi/FDA+aprova+o+uso+de+v%C3%A1lvula+transcateter+em+pacientes+de+risco+intermedi%C3%A1rio.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Tratamento da Pneumonia por H1N1. ECMO - Extracorporeal Membrane Oxigenator (Oxigenador de Membrana Extracorpórea)</title>
      <link>https://www.drdiegogaia.com.br/tratamento-da-pneumonia-por-h1n1</link>
      <description>Descubra como o ECMO (Oxigenador de Membrana Extracorpórea) pode ser uma solução eficaz no tratamento da pneumonia por H1N1, auxiliando na recuperação de pacientes!</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A pneumonia por H1N1 (influenza) tem se tornado epidêmica no Brasil nos últimos anos. Em 2016 o aparecimento de casos tem se tornado mais precoce, mais grave e causando um número significativo de mortes entre a população afetada.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O que é H1N1 ?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O H1N1 é um vírus da família Influenza que pode causar uma infecção respiratória grave. A 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           infecção por H1N1
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            pode muitas vezes passar desapercebida como uma gripe comum. O primeiro grande surto foi visto no México em 2009, desde então alguns episódios de surtos tem se repetido a cada ano.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em alguns casos, porém, os sintomas podem ser muito mais graves e causar dificuldades de respiração progressiva e inclusive a morte se medidas de tratamento específicas não forem instituídas com brevidade. Geralmente o período de incubação da doença é de 1-4 dias após o contágio. A seguir o paciente passa a apresentar sintomas abaixo listados.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A infecção é contagiosa e pode ser transmitida até 1 dia antes do aparecimento dos sintomas o que pode dificultar o isolamento de pacientes portadores do vírus.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O tratamento inicial envolve o alívio sintomático e o repouso, porém casos potencialmente graves necessitam de tratamento específico com medicações capazes interromper a infecção, os anti virais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Atualmente dois agentes antivirais são recomendados para o tratamento da
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            infecção por H1N1
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , o 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           zanamivir (Relenza ®)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            e o 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           oseltamivir (Tamiflu ®)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . As doses dependem de uma avaliação clínica detalhada e da condição clínica do paciente.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A infecção dura geralmente de 3-7 dias porém alguns casos podem apresentar quadros muito graves e inclusive a morte.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/bd3061d4/dms3rep/multi/pessoa+de+cama+pelo+v%C3%ADrus+h1n1.jpeg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quais os sintomas de H1N1 ?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os sintomas de H1N1 são semelhantes aos de uma gripe comum e podem incluir:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Tosse
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Febre alta
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Irritação na garganta
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Coriza
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Dores no corpo
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Dor de cabeça
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Calafrios
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Cansaço
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ao apresentar estes sintomas o paciente deve se dirigir a um serviço de saúde e ser imediatamente avaliado por um médico especialista. Além da avaliação clínica somente testes sorológicos (de sangue) podem determinar se os sintomas são decorrentes de infecção por H1N1.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/bd3061d4/dms3rep/multi/radiografia-infeccao-h1n1.jpg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Todas as pessoas com H1N1 vão apresentar quadros graves ?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      
           Nem todas as pessoas infectadas por H1N1 vão apresentar quadros graves e risco de morte, porém algumas delas podem apresentar piora da capacidade do pulmão em realizar as trocas gasosas e oxigenação adequada do sangue. Este quadro é conhecido como insuficiência respiratória.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O que causa a insuficiência respiratória ?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A insuficiência respiratória é causada por uma intensa inflamação do pulmão secundária a infecção pelo vírus H1N1. Conforme a inflamação e a infecção avançam o pulmão torna-se cada vez mais comprometido e incapaz de realizar trocas gasosas adequadamente, isto é, oxigenar o sangue e retirar o gás carbônico.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como se trata a insuficiência respiratória ?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O tratamento da insuficiência respiratória envolve diversos passos, incluindo:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Aumento da quantidade de oxigênio respirado através de máscaras de oxigênio
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Ventilação mecânica não invasiva (realizada através de uma máscara fixa ao rosto do paciente)
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Ventilação mecânica invasiva (realizada através da intubação do paciente e conexão do mesmo a um aparelho denominado respirador que auxilia o pulmão na respiração)
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ECMO (oxigenador de membrana extra corpórea) (necessários em casos graves)
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como tratar casos mais graves e refratários ?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Muitas vezes apesar do tratamento clínico instituído, incluindo os anti virais (Tamiflu ®) e a ventilação mecânica invasiva o paciente não apresenta a melhora esperada.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Alguns pacientes podem permanecer com níveis elevados de gás carbônico no sangue (CO2) e baixa oxigenação apesar de estarem recebendo oxigênio em altas doses. Casos como estes podem alcançar parâmetros críticos e incompatíveis com a vida se nenhuma terapia invasiva for adicionada em curto período de tempo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nestes cenários o 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ECMO (extra corporeal membrane oxigenator)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            podem promover a estabilização do paciente através da retirada de gás carbônico e oxigenação do paciente durante o período de recuperação da infecção.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O paciente em uso de ECMO tem a função de seu pulmão substituída por uma máquina temporariamente até que a infecção esteja controlada e o seu próprio pulmão recuperado da infecção e capz de oxigenar o sangue por si só.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Estudos tem demosntrado que o ECMO é capaz de reduzir a mortalidade em pacientes com H1N1. (Referêcias abaixo)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O ECMO
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ECMO é a abreviação de Extra Corporeal Membrane Oxigenator (oxigenador de membrana extracorpórea)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . Este é um dispositivo capaz de substituir as funções do pulmão do paciente (oxigenação do sangue e retirada de gás carbônico) em situações em o pulmão não é capaz de realizar as mesmas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O ECMO é conectado ao paciente com indicação de seu uso (insuficiência respiratória grave e refratária) através de cânulas (tubos) que retiram o sangue sem oxigênio do paciente e o fazem circular por uma membrana (dispositivo que funciona como um pulmão artificial) realizando a oxigenação e a retirada de gás carbônico. A seguir o sangue é retornado ao paciente por outra cânula tornado a oferta de oxigênio aos tecidos adequada. Todo o procedimento de instalação pode ser executado a beira do leito sob monitorização de uma equipe especializada e monitorizado por ecocardiograma transesofágico. Todos os indivíduos com ECMO precisam permanecer em um ambiente de terapia intensiva e sob supervisão constante de um equipe treinada na manipulação do sistema. Durante a sua utilização diversos parâmetros precisam ser constantemente monitorizados e ajustados.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Não existe um tempo fixo de permanência do sistema. Ele pode permanecer conectado ao paciente por muitos dias e na maioria das vezes permanece ligado até a melhora do quadro de inflamação e/ou infecção pulmonar. Após a melhora do pulmão e o retorno de sua capacidade de oxigenação o sistema é desconectado do paciente que retoma sua respiração através de seu próprio pulmão. O ECMO também pode ser utilizado em transporte de pacientes com insuficiência respiratória grave entre hospitais diferentes, cidades, estados ou até mesmo países. Um cenário possível é a instalação do sistema em um UTI longe de um grande centro e o transporte por ambulância, helicóptero ou avião até um centro especializado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Somente uma equipe habilitada em ECMO pode determinar a necessidade de sua uso, realizar sua instalação e condução. Assim como o transporte de um paciente em ECMO.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Referências
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - Extracorporeal membrane oxygenation (ECMO) in patients with H1N1 influenza infection: a systematic review and meta-analysis including 8 studies and 266 patients receiving ECMO.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           - Zangrillo A, Biondi-Zoccai G, Landoni G, Frati G, Patroniti N, Pesenti A, Pappalardo F. Crit Care. 2013 Feb 13;17(1):R30. doi: 10.1186/cc12512.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           - Extracorporeal Membrane Oxygenation for 2009 Influenza A(H1N1) Acute Respiratory Distress Syndrome.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           - Australia and New Zealand Extracorporeal Membrane Oxygenation (ANZ ECMO) Influenza Investigators1, Davies A, Jones D, Bailey M, Beca J, Bellomo R,Blackwell N, Forrest P, Gattas D, Granger E, Herkes R, Jackson A, McGuinness S, Nair P, Pellegrino V, Pettilä V, Plunkett B, Pye R, Torzillo P, Webb S, Wilson M, Ziegenfuss M.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           - JAMA. 2009 Nov 4;302(17):1888-95. doi: 10.1001/jama.2009.1535. Epub 2009 Oct 12.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
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      <pubDate>Sun, 10 Apr 2016 10:13:13 GMT</pubDate>
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